Barclays vai comprar cartões de crédito do Citibank em Portugal
Set 29, 2009 Informações
O banco britânico Barclays anunciou hoje que, através do Barclays Portugal, chegou a acordo para a compra do negócio de cartões de crédito do Citibank Internacional em Portugal.
O Barclays irá assim adquirir 400 mil cartões de crédito, activos brutos avaliados em 644 milhões de euros (a 30 de Junho de 2009), estando a quase totalidade relacionada com valores a receber, e os empregados deste segmento, anunciou hoje o banco em comunicado.
O Barclays pretende assim integrar este segmento na sua operação em Portugal e, no futuro, mudar todos os cartões do Citi para cartões da sua marca global Barclaycard.
O negócio será submetido a escrutínio da Autoridade da Concorrência, com o banco a prever a conclusão deste processo antes do final do ano.
O Citigroup também já comunicou o acordo com o Barclays para vender o segmento de cartões de crédito em Portugal, explicando que este se insere nos objectivos do Citi de “reduzir activos e optimizar o valor dos mesmos que integram a Citi Holdings, ao mesmo tempo que continua a gerar rentabilidade e a promover o crescimento do Citicorp”.
Em comunicado, o presidente executivo do Citi em Portugal explicou ainda que “após esta operação, o Citi em Portugal vai-se focar na área de ICG (Institutional Clients Group) onde as equipas de Mercados, Banca Transaccional e Banca de Investimento, com toda a sua experiência e profissionalismo, constituem o ponto central” da estratégia do Citi.
Os valores envolvidos no negócio não foram divulgados, mas o jornal económico norte-americano The Wall Street Journal avançou ainda na sexta-feira que este poderia ser ligeiramente inferior a 100 milhões de dólares (cerca de 68 milhões de euros).
O Barclays é um dos poucos grandes bancos no Reino unido que não necessitou de ajudas estatais e o seu segmento de banca de investimento tem vindo a expandir-se – comprou o negócio nos EUA do falido Lehman brothers.
Poupança aumenta entre as famílias Portuguesas
Set 28, 2009 Informações
As famílias portuguesas voltaram a aumentar os níveis de poupança no segundo trimestre do ano, fruto de um aumento do rendimento e também de um corte no consumo. As necessidades de financiamento externo da economia baixaram.
Os números hoje anunciados pelo Instituto Nacional de Estatística mostram que, no ano que terminou no segundo trimestre deste ano, a taxa de poupança das famílias aumentou 1,6 pontos percentuais atingindo 8,6%.
Este valor, de acordo com os dados do INE, representa a taxa de poupança mais elevada desde 2006, ano em que este indicador estava próximo dos 10%.
A taxa de poupança das famílias tem apresentado uma tendência crescente desde o quarto trimestre de 2008, precisamente quando se agravou a crise internacional.
Segundo a mesma fonte, o aumento da poupança, em conjunto com a redução do investimento, contribuiu para um novo aumento na capacidade de financiamento das famílias, que atingiu 3,3% do PIB, quase o dobro dos 1,8% verificados no primeiro trimestre de 2009.
Ainda nas famílias, o INE nota que o rendimento disponível aumentou 1% em termos nominais no segundo trimestre, bem acima dos 0,3% verificados nos primeiros três meses deste ano.
“Os principais contributos para a recuperação do rendimento disponível das Famílias foram, por um lado, a acentuada redução nos impostos sobre o rendimento (-12,5%) e, por outro, o aumento substancial do saldo entre as prestações sociais recebidas e contribuições sociais pagas (12,7%)”, adianta o INE.
Com efeito inverso no rendimento das famílias, as remunerações abrandaram para um crescimento de 0,7%, abaixo dos 1% do primeiro trimestre.
Foi este aumento no rendimento disponível das famílias, em conjunto com o corte nas despesas de consumo, que explica a subida da taxa de poupança.
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Generali lança cartão de crédito exclusivo
Set 22, 2009 Produtos Financeiros
Pagar o seguro em três prestações sem juros é uma das funcionalidades disponíveis no novo cartão de crédito exclusivo da Generali.
A seguradora acaba de lançar o seu primeiro cartão de crédito, que o cliente pode indexar a qualquer conta bancária de que já for titular. A partir daí, o cliente beneficia não só das vantagens tradicionais de um cartão de crédito, mas também da possibilidade de pagamento de prémios de seguros superiores a 75 euros em três prestações sem juros, com excepção dos Planos de Poupança. Pode ainda fraccionar todos os pagamentos em seis ou dez prestações mensais.
Para os subscritores do novo cartão, as três primeiras anuidades serão gratuitas e as seguintes poderão também não ser cobradas, desde que o cartão tenha sido usado em compras superiores a 1200 euros nos últimos 12 meses. A Generali concede ainda 20 a 50 dias de crédito gratuito em todas as compras realizadas com o cartão, isenção do pagamento da taxa das gasolineiras e descontos na rede de parceiros da Generali, que inclui, entre outros, a Avis, a Oásis Travel, a Multiópticas, a Prosegur Activa, a Bosch Car Service e a Carglass. O novo cartão Generali é válido em qualquer país do mundo.
O lançamento do cartão de crédito da Generali coincide com a notícia de que a seguradora italiana conquistou em Portugal o primeiro lugar no estudo European Consumer Satisfaction Index 2008, que mede o grau de satisfação dos clientes. O estudo avalia sete variáveis que influenciam a satisfação dos clientes, tendo a Generali obtido o primeiro lugar nas variáveis de Imagem, Expectativas, Qualidade Apercebida, Satisfação e Reclamações. A seguradora ficou ainda na segunda posição na variável Lealdade e na terceira posição na variável Valor Apercebido.
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