Bancos com dificuldade em obter dinheiro, apertam concessão de crédito

Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes. De acordo com o inquérito aos bancos efectuado pelo Banco de Portugal, «as perturbações nos mercados de financiamento por grosso agravaram-se substancialmente ao longo do segundo trimestre de 2010». A deterioração foi transversal a todos os mercados em análise, com os bancos a queixarem-se de mais dificuldades no acesso ao crédito a curto e muito curto prazo. Por isso mesmo, os bancos também apertaram os critérios de concessão de empréstimos e de forma «considerável», sobretudo no financiamento às empresas. Entre os sinais da maior exigência dos bancos está o aumento dos spreads cobrados e a exigência de outras condições contratuais. «Os critérios de concessão de empréstimos...

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Créditos Consolidados

Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira. Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma de cada prestação individual, derivada da aplicação de uma taxa de juro única e de um alargamento do prazo de pagamento. Para além disso, é uma forma de se gerir melhor os pagamentos aos bancos, na medida em que se deixa de efectuar vários pagamentos, por vezes a diferentes entidades financeiras e em diferentes prazos envolvidos em cada um dos empréstimos. Numa época como a que vivemos actualmente, de crise financeira, em que o dinheiro para a maioria das famílias portuguesas não é suficiente para fazer face a todos os encargos mensais, existem, dificuldades em cumprir com...

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Crédito a curto prazo vai ficar mais caro

Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem os pagamentos. De acordo com o Banco de Portugal (BdP), as taxas máximas que as entidades bancárias têm permissão para aplicar aos clientes poderão passar a ser cobradas na maioria dos casos, uma consequência do clima de insegurança financeira que paira sobre as economias mundiais e em especial o frágil panorama nacional, um dos piores da União Europeia. A partir agora e até Setembro, os bancos devem começar a cobrar linhas de crédito com taxas de até 32.6 por cento, o que significa uma subida de um por cento em relação ao último trimestre. A medida deverá...

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Como reduzir as dívidas do cartão de crédito?

Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi revista e actualizada, para cima, pelo Governo. Por isso, é importante começar a tomar medidas ao nível do orçamento mensal, nomeadamente para cortar em tudo o que se deve diminuir, a começar desde já pelas obrigações do cartão de crédito. Nesse sentido, registe as dicas que passamos a enunciar e inicie já o desafogo da sua carteira, reduzindo os custos com o seu cartão de crédito. - Cuidado com o cash advance pois as taxas aplicadas a este serviço são substancialmente superiores às cobradas em compras directas com o cartão de crédito. Na maioria dos casos,...

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Diminuição do crédito ao consumo

As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas no crédito ao consumo, aquele que mais drásticas descidas tem registado, tendo já chegado mesmo a atingir níveis recordes pela negativa. O agudizar da preocupação das empresas de crédito voltou a ser manifestado esta semana, depois de o Governo ter confirmado a subida dos impostos para a quase totalidade dos contribuintes. Esta é, de resto, a maior causa dos males do sector de crédito, pois é fácil de compreender a retracção dos consumidores quando aperta o cinto nas finanças pessoais. E agora, mais uma vez, a carga fiscal volta a aumentar, o que faz antever um...

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Recuperação de crédito: uma solução a ponderar

Hoje em dia as dificuldades não são apenas para os privados, mas também para as empresas, que têm visto as suas listas de devedores a crescerem de forma alarmante. Face a esta realidade, muitas já optaram pela melhor solução, que passa simplesmente por não dar a possibilidade de comprar a crédito ou pós-pagamento. No entanto, diversos clientes permanecem ainda na lista negra dos que não pagaram o que compraram, pelo que há que tomar medidas para reaver essas quantias em falta. Uma das melhores soluções é recorrer a um sector emergente, que nasceu da actual situação de crise, as empresas de recuperação de crédito. Embora não sejam conhecidos números concretos quanto à verdadeira realidade dos devedores, estima-se que a maioria das empresas tenham cerca de 30 por cento de clientes que não pagam as facturas de bens adquiridos há mais de doze meses. É nestes casos que têm de ser activados...

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