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	<title>O Crédito Consolidado &#187; Informações</title>
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	<description>tudo sobre o crédito Consolidado num só local</description>
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<title>O Crédito Consolidado</title>
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		<title>Bancos com dificuldade em obter dinheiro, apertam concessão de crédito</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:21:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes. De acordo com o inquérito aos bancos efectuado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes.</p>
<p>De acordo com o inquérito aos bancos efectuado pelo Banco de Portugal, «as perturbações nos mercados de financiamento por grosso agravaram-se substancialmente ao longo do segundo trimestre de 2010». A deterioração foi transversal a todos os mercados em análise, com os bancos a queixarem-se de mais dificuldades no acesso ao crédito a curto e muito curto prazo.</p>
<p>Por isso mesmo, os bancos também apertaram os critérios de concessão de empréstimos e de forma «considerável», sobretudo no financiamento às empresas. Entre os sinais da maior exigência dos bancos está o aumento dos spreads cobrados e a exigência de outras condições contratuais.</p>
<p>«Os critérios de concessão de empréstimos a sociedades não financeiras tornaram-se consideravelmente mais exigentes no segundo trimestre de 2010. O aumento do grau de restritividade foi mais intenso do que no trimestre anterior, tendo sido transversal aos vários segmentos e maturidades. No caso dos particulares, apesar de mais reduzido, verificou-se também um aumento da restritividade nos critérios de concessão de empréstimos», pode ler-se no relatório do Banco de Portugal.</p>
<p>Daqui para a frente, os portugueses não podem contar com grandes melhorias, antes pelo contrário: os bancos apontam para que, também no terceiro trimestre, os critérios de concessão de crédito a empresas se tornem «mais restritivos em todos os segmentos, com especial ênfase no segmento de empréstimos a longo prazo».</p>
<p>Também «no que respeita aos empréstimos a particulares, os bancos inquiridos antecipam um aumento da exigência dos critérios de aprovação de empréstimos quer para aquisição de habitação quer nos empréstimos para consumo e outros fins».</p>
<p>Em termos de procura, a crise também está a ter os seus efeitos: os portugueses pediram menos dinheiro emprestado, quer para comprar casa, quer para financiar o consumo. A influenciar esta quebra estiveram as «perspectivas relativas ao mercado da habitação» e ainda a queda da confiança entre os consumidores. </p>
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		<title>Créditos Consolidados</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alargamento prazo]]></category>
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		<description><![CDATA[Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira. Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira.</p>
<p>Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma de cada prestação individual, derivada da aplicação de uma taxa de juro única e de um alargamento do prazo de pagamento. </p>
<p>Para além disso, é uma forma de se gerir melhor os pagamentos aos bancos, na medida em que se deixa de efectuar vários pagamentos, por vezes a diferentes entidades financeiras e em diferentes prazos envolvidos em cada um dos empréstimos.</p>
<p>Numa época como a que vivemos actualmente, de crise financeira, em que o dinheiro para a maioria das famílias portuguesas não é suficiente para fazer face a todos os encargos mensais, existem, dificuldades em cumprir com as responsabilidades com todos os bancos. Isto pode ser comprovado com o aumento do Malparado. A <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/o-credito-consolidado/">consolidação de créditos</a> poderá ser, eventualmente, uma solução de médio/longo prazo para aliviar o orçamento familiar e assim superar-se uma fase difícil da vida. </p>
<p>Tratando-se, por exemplo, de um crédito à habitação com hipoteca (empréstimo de longo prazo), se agregar os outros créditos de curto e médio prazo, poderá beneficiar de um aumento do prazo de pagamento e, consequentemente, de uma prestação global inferior ao somatório das diversas prestações.</p>
<p>No entanto, como esta solução prolonga no tempo o pagamento dos créditos, ganha-se a curto prazo em liquidez, mas a longo prazo pagam-se mais juros e os créditos acabam por ser mais caros. </p>
<p>Uma outra dificuldade que existe é que os bancos não aprovam facilmente este tipo de crédito e as condições para a sua atribuição são exigentes. Desde logo, deverá existir um historial de &#8220;bom pagador&#8221; e os bancos exigem garantias fortes, nomeadamente, hipotecas. Aliás, o crédito consolidado com hipoteca é a modalidade de consolidação de crédito mais praticada.</p>
<p>No entanto, em face de uma situação financeira de iminente ruptura será de ponderar a possibilidade de uma reestruturação dos diversos créditos, analisando as propostas de diferentes bancos, e, assim, tentar poupar nas prestações mensais a liquidar.</p>
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		<title>Crédito a curto prazo vai ficar mais caro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 23:22:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem os pagamentos.</p>
<p>De acordo com o Banco de Portugal (BdP), as taxas máximas que as entidades bancárias têm permissão para aplicar aos clientes poderão passar a ser cobradas na maioria dos casos, uma consequência do clima de insegurança financeira que paira sobre as economias mundiais e em especial o frágil panorama nacional, um dos piores da União Europeia.</p>
<p>A partir agora e até Setembro, os bancos devem começar a cobrar linhas de crédito com taxas de até 32.6 por cento, o que significa uma subida de um por cento em relação ao último trimestre. A medida deverá ser generalizada às maiores entidades a operar em Portugal, que aproveitarão esta nova oportunidade dos mercados para aumentarem os seus lucros e reduzirem os riscos de perdas que têm sofrido.</p>
<p>O prenúncio da subida das taxas, entre as quais a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e Taxa Anual Nominal (TAN), está relacionada com o receio das instituições de crédito quanto ao incumprimento dos seus clientes, mas não têm efeitos na aceitação dos mesmos, que deveria ser mais criteriosa, prevenindo assim falhas de liquidação e sobreendividamento dos cidadãos. A posição da Banca tem sido exactamente a contrária, sendo incessantemente admitidos novos clientes, com poucas características alteradas, cuja ausência leva a que posteriormente sejam aplicadas medidas para recuperar o crédito concedido.</p>
<p>O crédito pessoal também vai sofrer alterações, mas diferentes, num sentido positivo. No caso dos financiamentos específicos para a saúde, energias renováveis e educação, a taxa máxima desce de 6.7 para 6 por cento. Nos restantes créditos pessoais há um decréscimo de 0.1 por cento, ficando aquele agora fixado em 18.8 por cento. O crédito automóvel é que irá ter um aumento, passando de 11.1 para 11.3 por cento.</p>
<p>As novas actualizações dos valores a pagar pelos juros nos créditos para as diversas finalidades começam a ser praticadas já este mês pela maioria das entidades financiadoras. Por isso, tenha especial atenção aos indicadores que descem, pois há instituições que não abatem esse valor a não ser que o cliente solicite a revisão das importâncias taxadas, ao contrário dos acréscimos, que têm efeitos imediatos, variando esta acção consoante as políticas internas de cada empresa.</p>
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		<title>Como reduzir as dívidas do cartão de crédito?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 17:45:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi revista e actualizada, para cima, pelo Governo. Por isso, é importante começar a tomar medidas ao nível do orçamento mensal, nomeadamente para cortar em tudo o que se deve diminuir, a começar desde já pelas obrigações do cartão de crédito. Nesse sentido, registe as dicas que passamos a enunciar e inicie já o desafogo da sua carteira, reduzindo os custos com o seu cartão de crédito.</p>
<p>- <strong>Cuidado com o cash advance</strong> pois as taxas aplicadas a este serviço são substancialmente superiores às cobradas em compras directas com o cartão de crédito. Na maioria dos casos, chega mesmo a ser abusadora a percentagem que é colectada pelas entidades detentoras do cartão. Portanto, informe-se devidamente das despesas e percentagens impostas ao levantamento de dinheiro em adiantado, usando-o apenas como derradeiro recurso, só mesmo quando não houver outra opção mais viável e económica;</p>
<p>- Tenha <strong>atenção às comissões</strong> que os bancos e entidades credoras exigem em cada produto ou serviço que use associado ao cartão de crédito, pois estas empresas não trabalham de graça e cobram-se bem dos préstimos aos seus clientes. Sempre que pagar uma determinada quantia, levantar um montante ou realizar qualquer pagamento ou transacção com o cartão de crédito, faça-o em pleno conhecimento dos gastos que isso implica (TAEG, TAN, juros…). Esta acção só é possível quando se leu o contrato na totalidade, incluindo as letras minúsculas e quase dissimuladas ao longo do documento;</p>
<p>- <strong>Nunca pague a mensalidade mínima</strong> do crédito, opte sempre que possível por uma próxima da mais alta, pois quanto menor for a prestação, mais caro lhe acabará por sair o crédito. O melhor é mesmo usufruir do prazo de liquidação do valor em dívida sem juros, que geralmente oscila entre os 20 e 55 dias. Desta forma, poderá comprar agora e pagar depois, sem que lhe sejam cobradas excessivas comissões;</p>
<p>- <strong>Pesquise continuamente o mercado</strong> há procura de melhores alternativas de crédito em relação àquela que detém na actualidade. Por vezes existem excelentes oportunidades devido a campanhas que são lançadas pontualmente, pelo que as vantagens destas merecer ser avaliadas no sentido de se verificar a maior conveniência de trocar de entidade credora. Mas ao mudar, não se esqueça de ponderar tudo o que lhe está associado, pois muitas vezes a mesma empresa onde está o cartão de crédito tem igualmente os seguros, o crédito à habitação, o crédito automóvel e outros serviços. Nestes casos, a opção de consolidação, que será a que já possui, costuma ser mais vantajosa. Ainda assim, pressione o seu credor com uma eventual nova proposta e peça uma contra-proposta, porque poderá vir a ganhar com isso.</p>
<p>Estes quatro conselhos são um passo muito importante para conseguir obter o controlo sobre o cartão de crédito e ganhar mais segurança financeira, sem abdicar deste que é um excelente método de financiamento. Contudo, a sua utilização resulta somente quando é responsável, a começar pelo estabelecimento de um limite de crédito ajustado às suas possibilidades, precedido pela selecção do cartão de crédito que mais vantagens oferece, tendo em conta as suas necessidades. Concretizadas estas duas tarefas e seguidos os concelhos acima mencionados, está-se no bom caminho para uma estável situação económica.</p>
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		<title>Diminuição do crédito ao consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 22:25:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[credito]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas no crédito ao consumo, aquele que mais drásticas descidas tem registado, tendo já chegado mesmo a atingir níveis recordes pela negativa.</p>
<p>O agudizar da preocupação das empresas de crédito voltou a ser manifestado esta semana, depois de o Governo ter confirmado a subida dos impostos para a quase totalidade dos contribuintes. Esta é, de resto, a maior causa dos males do sector de crédito, pois é fácil de compreender a retracção dos consumidores quando aperta o cinto nas finanças pessoais. E agora, mais uma vez, a carga fiscal volta a aumentar, o que faz antever um período ainda mais difícil para as entidades credoras, porque dificilmente as famílias irão contrair créditos, a não ser que a situação a isso obrigue.</p>
<p>Com as novas medidas de austeridade impostas pelo Poder Central, as instituições de crédito deverão registar «ainda mais diminuições no crédito ao consumo». A afirmação é da secretária-geral da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), Susana Albuquerque, que confirma os últimos receios do mercado financeiro para o sector do crédito.</p>
<p>Segundo os números do Instituto Nacional da Estatística (INE), os empréstimos ao consumo desceram em média 17 por cento no último ano. As associadas da ASFAC tiveram mesmo quebras superiores no crédito em geral, com totais absolutos de 17.2 por cento, diminuindo substancialmente o volume de negócio em 2008, ano em que foram somados créditos no valor de 4.612 milhões de euros.</p>
<p>As melhores previsões para as empresas de crédito não são animadoras e nenhuma parece apontar para a recuperação do sector, depois de uma quebra de 21.7 por cento de 2008 para 2009. Foi também durante este período que o crédito ao consumo representou 46 por cento da totalidade de financiamento concedido, ainda assim alguns pontos percentuais abaixo daquilo que era normal para este financiamento, que é habitual representar mais de metade dos créditos concedidos.</p>
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		<title>Recuperação de crédito: uma solução a ponderar</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:46:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia as dificuldades não são apenas para os privados, mas também para as empresas, que têm visto as suas listas de devedores a crescerem de forma alarmante. Face a esta realidade, muitas já optaram pela melhor solução, que passa simplesmente por não dar a possibilidade de comprar a crédito ou pós-pagamento. No entanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia as dificuldades não são apenas para os privados, mas também para as empresas, que têm visto as suas listas de devedores a crescerem de forma alarmante. Face a esta realidade, muitas já optaram pela melhor solução, que passa simplesmente por não dar a possibilidade de comprar a crédito ou pós-pagamento. No entanto, diversos clientes permanecem ainda na lista negra dos que não pagaram o que compraram, pelo que há que tomar medidas para reaver essas quantias em falta. Uma das melhores soluções é recorrer a um sector emergente, que nasceu da actual situação de crise, as empresas de recuperação de crédito.</p>
<p>Embora não sejam conhecidos números concretos quanto à verdadeira realidade dos devedores, estima-se que a maioria das empresas tenham cerca de 30 por cento de clientes que não pagam as facturas de bens adquiridos há mais de doze meses. É nestes casos que têm de ser activados todos os mecanismos à disposição para tentar recuperar os montantes por liquidar. Como a maioria das entidades não tem como rever os valores em falta, é cada vez mais normal a contratação de empresas de recuperação de “crédito difícil”, que têm a capacidade, meios e conhecimento para encetar os devidos procedimentos para que sejam saldadas as dívidas assinaladas.</p>
<p><strong>Reaver aqueles empréstimos a “conhecidos”</strong><br />
O mercado já possui as entidades certas para a recuperação de créditos, que o fazem de forma legal, utilizando o que é permitido pela legislação portuguesa. No entanto, também as pessoas que têm pequenas dívidas que não lhes foram pagas podem persuadir os seus devedores a deixarem de o ser, sem terem de usar vias menos lícitas.</p>
<p>Para muitos portugueses há aqueles empréstimos leves que feitos a um amigo ou conhecido, que nunca mais se “lembrou” de o pagar. Geralmente estes valores são mínimos e nem podem ser considerados pelas empresas de recuperação de crédito. Por isso, há que tomar medidas de forma directa. Não estamos a referirmo-nos à “força bruta”, mas ao seguimento do mesmo manual utilizado pelas entidades e profissionais da área da recuperação de crédito. Com uma pesquisa rápida pela internet, poderá facilmente encontrar diversos livros que contêm inúmeras estratégias completamente legais e inofensivas de reaver o seu dinheiro. São linhas de acção criadas pelos próprios profissionais, que ensinam o comum dos cidadãos a reaver o que pensou estar perdido. Relembramos, não são mecanismos que vão contra a lei, mas técnicas profissionais adaptadas para o quotidiano das pequenas importâncias concedidas a título pessoal.</p>
<p>Se está a pensar por que caminho seguir, lembre-se que a melhor solução é contactar profissionais que lidam diariamente com estas situações, pois são eles quem melhor o podem informar. Na eventualidade de estar perante este segundo caso de pequenas quantias, não se esqueça de que a literatura existente se refere a meros guias, pelo que tem de ser respeitado o que aí está inscrito, e não pervertido e usado esse conteúdo como “bode expiatório” para acções incorrectas. Procure fazer valer os seus direitos, sem desrespeitar o limiar da cordialidade, porque os dissabores desse desvio não compensa nada daquilo que se pretende recuperar.</p>
<p><!--adsense--></p>
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		<title>O cartão de crédito chegou à terceira idade</title>
		<link>http://www.ocreditoconsolidado.com/o-cartao-de-credito-chegou-a-terceira-idade/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 22:55:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cartão crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode parecer que foi ontem que surgiu o primeiro cartão de crédito, mas a verdade é que este utilitário financeiro já fez 60 anos. Hoje em dia parece algo banal e do qual a maioria dos cidadãos já não prescinde, seja qual for a sua modalidade (crédito ou débito). Contudo, a inclusão deste dispositivo não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer que foi ontem que surgiu o primeiro cartão de crédito, mas a verdade é que este utilitário financeiro já fez 60 anos. Hoje em dia parece algo banal e do qual a maioria dos cidadãos já não prescinde, seja qual for a sua modalidade (crédito ou débito). Contudo, a inclusão deste dispositivo não foi assim tão fácil quanto se possa pensar, e foram diversas as dificuldades que teve de atravessar até chegar à sua massiva utilização de hoje.</p>
<p>Foi em 1950 que nasceu o Diner Club, o primeiro cartão de crédito da História. Criado para facilitar inicialmente a transacção de bens de entretenimento e viagens, os primeiros anos foram conturbados, em especial devido aos seus elevados custos. O caso viria a mudar violentamente de figura com o surgimento de três gigantes: Mastercard, American Express e Visa. Este trio não deu hipótese a pequenas empresas que entretanto se tinham criado, eclipsando-as e assumindo um papel de relevância que se manteve inalterado até à actualidade.</p>
<p>Em Portugal, o cartão mais utilizado é o Visa, seguido do Mastercard, enquanto que o American Express se mantém ainda muito longe das fatias de mercado já tomadas por estes dois concorrentes directos. Em termos mundiais, também o Visa lidera os financiamentos em termos de cartões de crédito, tendo a sua utilização subido 13 de 2008 para 2009, num total líquido de negócio que ultrapassou os dois biliões de dólares.</p>
<p>A nível geral, as empresas detentoras dos cartões são geridas por algumas das maiores entidades bancárias do mundo, que fazem deles uma das suas mais importantes fontes de receita. Por exemplo, a Dinners Internation é a única subsidiária do Citibank, ao passo que a concorrente Visa tem a JP Morgan Chase com accionista maioritário. Não é, por isso, de estranhar, que estas entidades criem cada vez mais estratégias de marketing e utilização diversa dos cartões de crédito, para que estes sejam ainda mais utilizados. Por cá, mais de 80 por cento dos portugueses não os dispensam.</p>
<p>O método de funcionamento das empresas de cartões de crédito permite-lhes que saiam ilesas de qualquer crise financeira e, mais do que isso, fá-las sair com lucros ainda maiores. Isto porque os prejuízos são imediatamente incutidos nos valores a pagar pelos seus clientes, os emissores (bancos detém cartão) e adquiridores (o banco do local que recebe o pagamento). Simplificando as tarefas das empresas de cartões de crédito, o que elas fazem é processar os dados entre os emissores e adquiridores, retirando o seu pagamento dos juros pagos por cada um destes elementos. Desta forma, mantêm um serviço crucial para o pagamento de certas transacções, beneficiando com milhões de dólares de lucros, como nenhuma outra empresa consegue. E se estes argumentos não convencem, ficam mais dois que dificilmente deixaram alguém indiferente: 32 biliões de dólares e 6,4 biliões de dólares. Estes são os valores das empresas Visa e Mastercard. Surpreendido? São estes os números de um dos negócio legais mais rentáveis do mundo.</p>
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		<title>Quanto se poupa com o crédito consolidado?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 22:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[consolidar créditos]]></category>
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		<description><![CDATA[A elevada volatilidade dos mercados fez disparar as taxas de juros que os bancos cobram aos seus clientes, mais ainda numa altura em que estas entidades procuram compensar as perdas que têm tido, incluindo novos mecanismos de rentabilização económica dos contratos. Uma destas alavancas são os spreads cada vez menos bonificados (leia-se, mais elevados), especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A elevada volatilidade dos mercados fez disparar as taxas de juros que os bancos cobram aos seus clientes, mais ainda numa altura em que estas entidades procuram compensar as perdas que têm tido, incluindo novos mecanismos de rentabilização económica dos contratos. Uma destas alavancas são os spreads cada vez menos bonificados (leia-se, mais elevados), especialmente num período em que os valores da Euribor a seis e doze meses se mantêm abaixo das percentagens que os bancos gostariam.</p>
<p>As medidas das instituições para controlar os ganhos em tempos de crise faz-se sentir no orçamento dos portugueses, que vêm as suas economias a reduzir de dia para dia. No entanto, são já muitos aqueles que optaram por dar a volta a esta situação, enveredando por novos caminhos que permitem poupar bastante nas prestações mensais a liquidar. A solução poderá parecer utópica, mas é verdadeira e tem nome: <strong>consolidação de crédito</strong>. É graças a ele que milhares de famílias viram as suas finanças melhorar substancialmente, o que naturalmente concede um igual sentido de confiança destes na própria economia. O resultado é uma maior predisposição para enfrentar as dificuldades económicas, que se traduz em cidadãos mais positivos, algo severamente necessário em tempos difíceis.</p>
<p>Para quem não sabe as vantagens possíveis com uma consolidação de créditos, fica a certeza de que esta modalidade de pagamento permite, em média, <strong>uma poupança de 33 a 69 por cento da quantia liquidada mensalmente a diversas entidades credoras</strong>. Em termos práticos, uma prestação de cerca de dois mil euros mês pode baixar para uma importância situada entre os 620 e os 1400 euros. Ou seja, a margem de manobra melhorará a olhos vistos, sem que isso tenha de implicar um deterioração do nível de vida ou, mais grave, a falta de pagamento dos valores em dívida. Os compromissos assumidos continuam a ser acatados, mas encarados de forma muito mais positiva, não fosse o desafogo financeiro que a consolidação de créditos permite.</p>
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		<title>Previna a subida de juros do seu crédito</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Apr 2010 22:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A flutuação da economia tem provocado acentuadas variações nos juros dos mais diversos bens, dos quais o crédito é um das mais atingidos. A instabilidade financeira dos mercados é uma constante e nada escapa à escalada das margens de lucro das empresas credoras. E, ainda assim, esta parece ser uma situação que não tem fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A flutuação da economia tem provocado acentuadas variações nos juros dos mais diversos bens, dos quais o crédito é um das mais atingidos. A instabilidade financeira dos mercados é uma constante e nada escapa à escalada das margens de lucro das empresas credoras. E, ainda assim, esta parece ser uma situação que não tem fim à vista, bem pelo contrário, já que se prevêem novas alterações a curto prazo, com mais agravamento para o orçamento dos consumidores.</p>
<p>Em circunstâncias de imprevisibilidade, a melhor alternativa para evitar surpresas indesejáveis é tomar algumas medidas que dependam somente de si. Por isso, é crucial estudar as acções que podem ser concretizadas para manter imunes as finanças pessoais e poupar o máximo que se puder. Para facilitar esta tarefa, deixamos alguns conselhos para proteger o seu crédito da subida de juros.</p>
<ul>
<li>Faça amortizações do valor do empréstimo. Sempre que puder, procure concretizar algumas amortizações, pois isso fará com que baixem as prestações mensais subsequentes. No entanto, tenha em atenção o tipo de crédito que detém, pois há diversas entidades que não permitem amortizações e outras que, facultando essa opção, penalizam os clientes que o façam. Ainda assim, vale a pena avaliar as condições de amortização, especialmente porque o Banco de Portugal estabeleceu recentemente uma taxa máxima de comissão que a entidade bancária pode cobrar;</li>
<li>Procure renegociar o spread do crédito à habitação, que é cada vez mais elevado. O aumento exponencial do spread é um dos mecanismos que os bancos encontraram para compensar os baixos valores dos indexantes à habitação, responsáveis pela perda de milhões de lucros das instituições bancárias, que atempadamente recuperaram esses prejuízos com a subida dos spreads nos contratos mais recentes;</li>
<li>Avalie as vantagens de mudar o indexante do seu crédito à habitação actual para um de longo prazo. Isto é, se tiver a Euribor a seis meses, pondere as mais-valias de alterá-la para o mesmo indexante a 12 meses. Inicialmente irá pagar mais de juros, mas acabará por sair beneficiado porque a actualização dos valores é mais tardia;</li>
<li>Equacione a alteração do crédito à habitação para taxa fixa. Neste momento não é uma alternativa economicamente mais vantajosa, mas poderá sê-lo caso as taxas Euribor subam de forma considerável. Porém, esta opção apenas acarreta mais-valias se houver uma grande alteração de mercado. Se isso acontecer, e tendo uma taxa fixa, continuará a pagar exactamente o mesmo valor, sem actualização. No entanto, se as taxas Euribor se mantiverem em níveis médios, o que é o mais normal, sairá a perder ao escolher a modificação para uma taxa fixa;</li>
<li>Se possuir diversos financiamentos activos, coloque a hipótese da consolidação de crédito. Há diversas empresas que se dedicam somente a este tipo de serviços, oferecendo vantagens bastante em conta. Embora não seja generalizado, várias entidades chegam a permitir a poupança de quase 30 por cento nas prestações. O valor em caixa depende do serviço escolhido e da empresa contratada.</li>
</ul>
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		<title>Cuidados na utilização do cartão de crédito</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 19:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cartão crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por vezes é necessário a compra de um determinado bem ou serviço, que necessitamos, ou que simplesmente tem uma promoção excepcionalmente incrível com uma data de fim anunciada, mas até à qual não possuiremos dinheiro para o adquirir. Nestes casos, o cartão de crédito é uma solução à medida, sobretudo quando tem bons prazos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por vezes é necessário a compra de um determinado bem ou serviço, que necessitamos, ou que simplesmente tem uma promoção excepcionalmente incrível com uma data de fim anunciada, mas até à qual não possuiremos dinheiro para o adquirir. Nestes casos, o cartão de crédito é uma solução à medida, sobretudo quando tem bons prazos de limite de pagamento sem juros. No entanto, esta função de comprar agora, pagar depois, não funciona com todas as pessoas e o seu uso apenas resulta quando respeitados alguns pressupostos, que passam pelo auto-controlo e utilização regrada, para que não se caia numa sequência de gastos e juros em espiral, que apenas irão dar origem à criação de uma bola de neve de dívidas sem fim.</p>
<p>O importante a reter no caso dos cartões de crédito é que este deve ser usado conscientemente, aproveitando as suas vantagens, mas não excedendo limites e prazos de pagamento, liquidando sempre os valores aplicados dentro dos limites de restituição sem juros. Caso contrário, ao perder o controlo do cartão de crédito, a única coisa que irá conseguir é uma fenomenal dor de cabeça e um eminente caso de bancarrota familiar. Lembre-se de usar o cartão de crédito com cabeça, sem abusar. O controlo é a palavra que tem de ter omnipresente. <span id="more-228"></span></p>
<p><strong>Antes de adquirir o cartão</strong></p>
<ul>
<li>Verifique se possui capacidade financeira para deter um cartão de crédito;</li>
<li>O cartão não pode dar encargos que excedam 10 por cento do orçamento mensal;</li>
<li>Compare todas as alternativas que existem em termos de cartões de crédito;</li>
<li>Avalie as situações em que utilizará o cartão e se necessitará mesmo dele;</li>
<li>Informe-se se o cartão tem anuidade e qual é o valor desta;</li>
<li>Certifique das taxas de juro cobradas e das percentagens aplicadas nas compras de bens e serviços;</li>
<li>Tome nota do que acontecerá quando não pagar a totalidade do valor retirado em crédito e que juros são adicionados;</li>
<li>Confira o que acontecerá em caso de roubo do cartão e se existe hipótese de protecção contra este tipo de acontecimentos;</li>
<li>Verifique se não há seguros e condições associadas ao cartão. Muitos destes extras são completamente desnecessárias, por isso, desactive-as antes de pedir o cartão;</li>
<li>Leia com extrema atenção todas as condições do contrato do cartão de crédito;</li>
<li>Não assine documento algum sem ter todas as dúvidas esclarecidas.</li>
</ul>
<p><strong><br />
Durante a utilização do cartão</strong></p>
<ul>
<li>Guarde o cartão num local da carteira por onde passe regularmente os olhos. Se realizar esta acção, facilmente dará pela falta dele, caso isso aconteça;</li>
<li>Não compre aquilo que não precisa e não utilize o crédito para comprar coisas no dia-a-dia, porque o seu desígnio não é para esses fins;</li>
<li>Antes de pagar o que quer que seja, verifique atentamente se o valor que lhe vai ser cobrado é o verdadeiro e não introduza o PIN sem que tudo esteja nos conformes. Confira a data e valor da factura;</li>
<li>Ao pagar, nunca perca o cartão do seu ângulo de visão e certifique-se sempre onde ele está;</li>
<li>Pague sempre o valor solicitado antes do final do período de juros gratuitos;</li>
<li>Quando não liquidar todo o valor usado, pague o máximo possível, porque quantos menos ficar em falta, menos juros terá de pagar sobre essa quantia;</li>
<li>Em caso de incumprimento do pagamento, verifique se não lhe estão a ser cobrados valores excessivos ou taxas que não constam do contrato. Se isso acontecer, reclame de imediato;</li>
<li>Guarde todos os recibos de pagamentos e os estratos de conta que lhe são enviados todos os meses. Em caso de qualquer problema, terá forma de comprovar que tudo foi devidamente regularizado.</li>
</ul>
<p><!--adsense--></p>
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