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	<title>O Crédito Consolidado &#187; Informações</title>
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	<description>tudo sobre o crédito Consolidado num só local</description>
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<title>O Crédito Consolidado</title>
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		<title>Vender Ouro Usado: Conselhos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 23:59:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quantas vezes já lhe passou pela cabeça a ideia de se livrar daquelas peças de ouro que nunca usou ou que já passaram de moda há décadas? Na actual conjuntura financeira, a ideia torna-se, possivelmente, ainda mais atrativa, podendo representar um fôlego relevante no seu orçamento familiar. É preciso, no entanto, não se deixar levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes já lhe passou pela cabeça a ideia de se livrar daquelas peças de ouro que nunca usou ou que já passaram de moda há décadas?</p>
<p>Na actual conjuntura financeira, a ideia torna-se, possivelmente, ainda mais atrativa, podendo representar um fôlego relevante no seu orçamento familiar. É preciso, no entanto, não se deixar levar pela necessidade de dinheiro ou pela ânsia de venda. Conheça algumas dicas úteis para não se deixar ludibriar e conseguir efetivos lucros com a venda do seu ouro usado.</p>
<p><strong>Um negócio da crise</strong></p>
<p>O cenário financeiro que se vive actualmente, no Mundo inteiro, preocupa cada vez mais os portugueses e são muitas as pessoas que procuram encontrar rendimentos extras ou formas de rentabilizar os seus investimentos do passado.</p>
<p>Não estranhe, por isso, se alguém lhe disser que decidiu vender todas aquelas peças de ouro que já não usava há anos. A frase é mote de anúncios e campanhas publicitárias que invadiram a televisão e que proliferam em revistas, jornais, flyers e cartazes. Em troca de uma ou outra peça de ouro ou jóia de família, é feita a promessa de uma recompensa monetária bastante simpática e que deixa muitos a pensar sobre o assunto.</p>
<p>A verdade é que a compra e venda de ouro ousado se tornaram um verdadeiro negócio dos tempos de crise.</p>
<p><strong>Não se deixe enganar</strong></p>
<p>Na hora de vender as suas peças usadas há “regras de ouro” que não pode deixar de ponderar, se não quiser acabar por perder dinheiro.</p>
<p>Antes de qualquer outra coisa, é preciso conhecer a suas peças. Faça a sua própria “investigação” para perceber quanto pesa cada peça, se algumas delas contêm outros metais ou mesmo pedras preciosas, se são muito antigas e se pertencem a alguma espécie de colecção. São estes fatores que fazem com que a peça seja mais ou menos valiosa, juntamente com outros fatores, tais como o tipo de peça, a sua antiguidade e peso, a facilidade de revenda, a pureza do ouro e o seu estado de conservação.</p>
<p>Não se esqueça que os investidores que compram ouro conhecem muitíssimo bem este mercado e todos os segredos que guarda. Assim sendo, é de extrema relevância saber qual o valor que o ouro tem nos mercados internacionais naquele momento. Se o valor estiver mais baixo do que esperava e não tiver urgência na venda, é preferível aguardar uma subida.</p>
<p>Deve também escolher com igual atenção o local onde fará o seu negócio. Saiba que existem várias possibilidades e peça avaliações em distintos lugares. Poderá fazê-lo numa ourivesaria, numa leiloeira na Internet ou num dos muitos compradores diretos de ouro que se multiplicaram nos últimos tempos. Escolha um local de renome, reconhecido pelo profissionalismo ou que tenha especial interesse nas suas peças.</p>
<p>Além de tudo isso, não venda as suas peças na primeira ourivesaria onde entrar. Procure, antes, a melhor proposta. Um estudo recente da DECO mostra que a mesma peça, avaliada por diferentes lojas (algumas inclusive do mesmo grupo), pode valer até mais do dobro do preço apresentado em alguns dos locais. Nos exemplos apresentados, a diferença nas avaliações variava entre os 150 e os 300 ou entre os 120 e os 220 euros. Os resultados desta pesquisa já foram encaminhados à Assembleia da República para que a situação seja discutida. O objectivo da DECO é que sejam definidas regras que regulamentem o negócio e defendam o consumidor. Depois, seria a ASAE a garantir o cumprimento dessas mesmas normas. O certo é que estas reivindicações são relativamente recentes e ainda nada foi feito.</p>
<p>Antes de entregar o seu ouro seja onde for, não se esqueça, porém, de questionar se a avaliação das peças é gratuita. Na maioria dos casos, nada é cobrado para fazer a avaliação mas, como o objectivo é ganhar e não perder dinheiro, o melhor é perguntar. Posteriormente, analise a proposta e negoceie. Os especialistas garantem que esta é a fórmula para conseguir o melhor preço.</p>
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		<title>Como evitar o sobreendividamento?</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 00:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dívidas]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Provavelmente nunca se falou tanto em sobreendividamento como agora. Muitas das pessoas sabem do que se trata, mas existe ainda muita iliteracia financeira. Nos tempos de crise que correm, evitar o sobreendidamento, deve ser um objectivo de todas as famílias. O problema do sobreendividamento tem sido agravado pelo aumento dos preços, o aumento dos impostos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Provavelmente nunca se falou tanto em sobreendividamento como agora. Muitas das pessoas sabem do que se trata, mas existe ainda muita iliteracia financeira. Nos tempos de crise que correm, evitar o sobreendidamento, deve ser um objectivo de todas as famílias. O problema do sobreendividamento tem sido agravado pelo aumento dos preços, o aumento dos impostos, que têm reduzido os rendimentos das famílias. É importante não desesperar e manter o controlo do orçamento e seguir algumas regras básicas, assim como conhecer algumas coisas.</p>
<p>1.	<strong>Sobreendividado é diferente de endividado</strong>. Uma pessoa endividada é alguém que tem dívidas, mas que consegue cumprir os compromissos e ir pagando essas dívidas. Uma pessoa sobreendividada é alguém que tem as dívidas mas que não consegue com o seu orçamento, fazer face ao cumprimento dos pagamentos, ficando assim numa situação de incumprimento. </p>
<p>2.	<strong>Orçamento organizado</strong>. Se estiver numa situação de endividamento, deve antes de mais fazer um mapa mensal de receitas e despesas, para compreender onde gasta o seu dinheiro. Para isso deve anotar, assim como os restantes membros do agregado familiar, todos os gastos e despesas. Depois deve identificar quais os gastos supérfluos e acabar com eles. De seguida o seu objectivo deve ser conseguir poupar mensalmente alguma fatia das receitas. </p>
<p>3.	<strong>Os créditos não devem ultrapassar os 40% das despesas</strong>. O aglomerado de todos os créditos, não deve ultrapassar 40% do seu orçamento mensal. Se o valor anda próximo deste, deve tentar pagar as que possuem taxas de juros mais elevadas primeiro. </p>
<p>4.	<strong>As despesas com habitação não deve representar mais de 35% do orçamento</strong>. O ideal seria que as despesas com a habitação não ultrapassem esta percentagem. Para além do crédito à habitação, deve incluir aqui os seguros, e despesas de água, luz, gás, telefone, etc. </p>
<p>5.	<strong>Cuidado com os cartões de crédito</strong>! A forma como gere o seu cartão de crédito é fundamental. A partir de certo prazo as dívidas contraídas terão que pagar juros normalmente elevados. </p>
<p>6.	<strong>Se está já numa situação de incumprimento</strong>, deve recorrer ao Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da DECO. Nesta instituição, os casos são analisados individualmente por especialistas na área, que depois irão indicar a melhor solução para cada caso. </p>
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		<title>Consolidação de créditos: três motivos para a fazer</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 19:04:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje em dia muitas famílias e pessoas a título individual lutam para conseguirem pagar os seus empréstimos e cada vez mais se complica essa tarefa. A situação nacional e a falta de um Governo eficiente é a (mais que) dura realidade portuguesa e nada indica que o momento vivido actualmente sofra alterações a curto prazo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia muitas famílias e pessoas a título individual lutam para conseguirem pagar os seus empréstimos e cada vez mais se complica essa tarefa. A situação nacional e a falta de um Governo eficiente é a (mais que) dura realidade portuguesa e nada indica que o momento vivido actualmente sofra alterações a curto prazo. Por isso, encontrar estratégias para ultrapassar as dificuldades correntes é mesmo a única solução para evitar o endividamento… e a consolidação de créditos pode ser uma resposta adequada nesse preciso sentido.</p>
<p>À semelhança do que acontece em qualquer circunstância da vida, existem naturalmente vantagens e desvantagens inerentes à reestruturação dos financiamentos contraídos, pelo que este pode não ser o caminho ideal para qualquer consumidor. Por um lado é uma via limitada a bons pagadores e por outro não admite falhas depois de aceites as condições, o que desde logo afasta uma parte considerável dos candidatos, pois é no rigor e respeito pelas condições assumidas no contrato de consolidação de créditos que está a chave para o sucesso deste método alternativo de liquidar as dívidas pendentes.</p>
<p>Esclarecida a não abrangência total desta solução complementar para assegurar o cumprimento dos acordos financeiros na base das suas prestações, avançamos então para a referência de três motivos para que recorra à consolidação de créditos:</p>
<p><strong>1.</strong> Dá-lhe a ocasião de baixar as taxas de juro cobradas e com isso ganhar condições para economizar algumas dezenas (ou até centenas) de euros todos os meses, o que lhe permitirá ir criando um fundo de emergência para que esteja precavido na eventualidade de se ver forçado a enfrentar dificuldades no futuro. Esta é uma importante “almofada” de segurança que evitará situações de incumprimento vindouras e por isso deve começar a ser garantida a partir do momento em que o refinanciamento é assinado;</p>
<p><strong>2.</strong> Oferece a oportunidade de poder acautelar o seu património monetário, já que facilita o aforro, abrindo assim caminho para a possibilidade de avançar com investimentos em diversas aplicações, desde as mais comuns formas de poupança à perspicaz aposta nos mercados bolsistas e forex, passando pelo apoio directo à formação de novas empresas e negócios em troca de mais-valias como acções ou quotas. É na existência de múltiplas fontes de rendimento que residem as melhores hipóteses de bons níveis de retorno;<br />
<strong><br />
3.</strong> Permite aumentar o prazo de reembolso do empréstimo, pois esta é a estratégia mais utilizada para atenuar os encargos associados aos créditos. Contudo, nem sempre é oferecido um alargamento do período de duração dos contratos, sendo muitas vezes necessário que o consumidor tome a iniciativa e sugira ao credor esse prolongamento. Logo, esteja bem atento e se não lhe for apresentada essa opção mencione-a você. Além de não perder o que fora adquirido é provável que receba uma contra-proposta com esse parâmetro considerado.</p>
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		<title>Consolidação de crédito pode ser o caminho em tempo de crise</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 22:36:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[crédito consolidado]]></category>
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		<description><![CDATA[Numa altura em que muitas famílias portuguesas têm de realizar um esforço enorme para conseguirem pagar as mensalidades dos seus financiamentos bancários e em que o custo de vida aumentou consideravelmente, todos os conselhos que se possam receber no sentido de ajudar a ultrapassar este período são bem-vindos. Por isso, debruçamo-nos no presente artigo sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa altura em que muitas famílias portuguesas têm de realizar um esforço enorme para conseguirem pagar as mensalidades dos seus financiamentos bancários e em que o custo de vida aumentou consideravelmente, todos os conselhos que se possam receber no sentido de ajudar a ultrapassar este período são bem-vindos. Por isso, debruçamo-nos no presente artigo sobre uma das hipóteses de ganhar algum espaço para respirar com as vantagens que um crédito consolidado pode oferecer.</p>
<p>Antes de se avançarem as regras essenciais para a consolidação de crédito convém no entanto sublinhar bem que esta não é uma solução definitiva para o problema mas uma ferramenta adicional que inteligentemente utilizada pode resgatar as suas finanças pessoais da asfixia orçamental. Contudo, há que frisar novamente a necessidade de ter de se usufruir desta oportunidade com disciplina e muito planeamento, caso contrário irá complicar ainda mais a situação em que se encontra e tornar a espiral de dívida num verdadeiro Golias sem que exista um David para o enfrentar.</p>
<p>Se está actualmente a pensar em recorrer a este instrumento de reestruturação dos seus financiamentos, leia com bastante atenção as normas indispensáveis que enumeramos no próximo segmento deste artigo e estude a forma indicada de as aplicar à sua realidade. Não tome esta questão de ânimo leve. Encare-a com a seriedade que merece e verá que mesmo em tempo de crise pode melhorar as suas perspectivas futuras.</p>
<p><strong>Regras essenciais para a consolidação de crédito</strong><br />
– Saiba quais as hipóteses que tem de reduzir as suas prestações sem ter de realizar qualquer outra subscrição de serviços. Procure informar-se acerca da disponibilidade do credor para lhe oferecer condições mais favoráveis e só em caso negativo, após toda a insistência suportável, pondere enveredar pela junção dos financiamentos;</p>
<p>– Peça ajuda a uma pessoa que trabalhe na área bancária ou financeira e perceba deste género de operações, nomeadamente um consultor financeiro. Se for possível não hesite em contratar um profissional que esteja habituado a consolidar crédito de particulares, pois embora tenha de lhe pagar o trabalho possuirá consideravelmente mais hipóteses de obter um bom negócio;</p>
<p>– Avalie as propostas recebidas e calcule qual será o impacto exacto que a consolidação do crédito terá nos seus rendimentos, tirando partido do profissional contratado ou, caso essa opção não esteja ao seu alcance, usufrua das vantagens dos simuladores online e registe os resultados que forem sendo obtidos com essa execução;</p>
<p>– Na ausência de um entendido nestas matérias de consolidar crédito preste especial atenção às contrapartidas dos contratos e esmiúce todos os detalhes, não deixando nada por entender. Se lhe persistirem dúvidas relativamente a algum ponto não avance com a operação e exija o esclarecimento dessa interrogação;</p>
<p>– Delineie um plano do que terá de fazer daí em diante e considere todos os cenários que possa vir a ter de enfrentar no futuro. Descrimine todas as despesas correntes que possui e coloque os rendimentos médios em contrabalanço, imaginando uma eventual subida naquele primeiro, uma descida no segundo ou a combinação de ambos, “desenhando” o caminho que teria de seguir caso tal se viesse a confirmar.</p>
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		<title>Microcrédito: protocolo entre o Millenniumbcp e a câmara de Faro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 22:34:59 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>

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		<description><![CDATA[O Microcrédito Millennium bcp e a Câmara Municipal de Faro, acabam de estabelecer um Protocolo de parceria que tem como objectivo agilizar os procedimentos no acesso ao Microcrédito e dinamizar o empreendedorismo na região. Com este protocolo pretende-se reforçar o papel do Microcrédito Millennnium bcp como uma alternativa de financiamento e de viabilização do empreendedorismo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Microcrédito Millennium bcp e a Câmara Municipal de Faro, acabam de estabelecer um Protocolo de parceria que tem como objectivo agilizar os procedimentos no acesso ao Microcrédito e dinamizar o empreendedorismo na região.</p>
<p>Com este protocolo pretende-se reforçar o papel do Microcrédito Millennnium bcp como uma alternativa de financiamento e de viabilização do empreendedorismo, o que na conjuntura actual se traduz numa necessidade vital para a dinamização do tecido empresarial e para a criação de emprego. A taxa de desemprego no Distrito de Faro atinge os 13.4%, acentuando-se este número nos meses de Inverno.</p>
<p>O Microcrédito é reconhecido como um instrumento eficaz no combate à pobreza e à exclusão social, por ser um instrumento potenciador do empreendedorismo, da redução da subsídio-dependência e do combate ao desemprego.</p>
<p>Através do Microcrédito, o Millennium bcp já apoiou a criação de cerca de 2.106 negócios, que geraram aproximadamente 3.266 novos postos de trabalho, tendo contribuído para fortalecer o orgulho e a auto-confiança nas potencialidades de cada um dos seus microempreendedores.</p>
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		<title>Precisa de um cartão de crédito?</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 17:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cartão crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Um cartão de crédito pode ter várias finalidades, não só para levantar dinheiro em qualquer caixa multibanco do mundo a crédito, como para efectuar compras na internet, comprar a crédito em qualquer loja ou mesmo para ficar abrangido por vários seguros. No entanto, é preciso saber fazer uma correcta gestão do cartão de crédito pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/tag/cartao-credito/">cartão de crédito</a> pode ter várias finalidades, não só para levantar dinheiro em qualquer caixa multibanco do mundo a crédito, como para efectuar compras na internet, comprar a crédito em qualquer loja ou mesmo para ficar abrangido por vários seguros. </p>
<p>No entanto, é preciso saber fazer uma correcta gestão do cartão de crédito pois isso acarreta responsabilidades acrescidas. </p>
<p>Antes de pedir um cartão de crédito deve estar ciente que:</p>
<p><strong>1.</strong>	Caso não pague o dinheiro que pediu emprestado, a sua reputação financeira perante os bancos será afectada negativamente.</p>
<p><strong>2.</strong>	Todos os cartões de crédito têm um limite de crédito (plafond) associado que será negociado entre sí e o banco no momento do contrato. </p>
<p><strong>3.</strong>	Alguns cartões de crédito têm uma anuidade associada.</p>
<p><strong>4.</strong>	No momento do contrato ficará estabelecido o dia do mês em que será retirado o montante em dívida da sua conta, no entanto é possível saldar essa dívida de forma faseada em outras datas.</p>
<p><strong>5.</strong>	Os cartões oferecem um periodo de crédito sem jutos, ou seja, pode fazer as duas despesas a crédito e não paragá mais por isso, se for liquidade na data acordada. No entanto se a conta não tiver dinheiro nessa data, a taxa cobrada pelo banco é elevada!</p>
<p><strong>6.</strong>	Normalmente o cartão inclui alguns seguros como por exemplo seguros de acidentes pessoais, de gastos abusivos ou de viagem.</p>
<p><strong>7.</strong>	Deve comparar as condições e as comissões dos diversos cartões de crédito do mercado antes de decidir qual o que melhor responde às suas necessidades e hábitos.</p>
<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - Barclaycard Portugal --><br />
<a href="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?mclic=S42131510481137" target="_blank"><img src="http://action.metaffiliation.com/suivi.php?maff=S42131510481137" border="0" title="Precisa de um cartão de crédito?" alt=" Precisa de um cartão de crédito?" /></a><br />
<!-- END CODE NetAffiliation --></p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/?p=339&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_339" class="akst_share_link" rel="nofollow">Partilhar</a>
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		<title>Consolidar créditos também tem desvantagens</title>
		<link>http://www.ocreditoconsolidado.com/consolidar-creditos-tambem-tem-desvantagens/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 15:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[consolidar créditos]]></category>

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		<description><![CDATA[A crise tem agravado a situação de sobreendividamento, sendo muitos os agregados familiares que não conseguem cumprir com todos os compromissos financeiros que contraíram. Quando as famílias se apercebem que já não suportam mais os encargos que têm, a solução pode passar pela consolidação de créditos. Consolidar créditos não traz apenas vantagens Quando se deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A crise tem agravado a situação de sobreendividamento, sendo muitos os agregados familiares que não conseguem cumprir com todos os compromissos financeiros que contraíram. Quando as famílias se apercebem que já não suportam mais os encargos que têm, a solução pode passar pela consolidação de créditos.</p>
<p><strong>Consolidar créditos não traz apenas vantagens </strong><br />
Quando se deve evitar o crédito consolidado? Uma das condições mínima exigida é a disponibilização de um imóvel como garantia ao valor global dos créditos dos clientes, sendo ideal que o imóvel tenha um valor comercial igual ou superior ao dobro do total de créditos. A consolidação de crédito deve ser considerada como uma solução de recurso apenas em casos de necessidade urgente em diminuir as prestações, pelo incumprimento das prestações a pagar. Dificilmente as pessoas conseguirão uma consolidação se não tiverem uma habitação para dar como garantia e apesar da consolidação permitir alargar o prazo temporal de pagamento e oferecer taxas de juros mais baixas, aliviando no imediato o valor das prestações, acaba por ficar mais caro, a longo prazo.</p>
<p>O principal objectivo da consolidação de crédito é obter uma redução, no imediato, dos encargos das empresas e das famílias, adequada às suas reais capacidades de pagamento.</p>
<p>Entre as principais vantagens desta solução está a possibilidade de ter uma única prestação, inferior à soma das prestações existentes, pagar menos juros e prazo até aos 75 ou 80 anos de idade, o que permite utilizar o prazo para adequar o valor da prestação à disponibilidade financeira do agregado familiar. </p>
<p>Nem todas as consolidações são vantajosas, devendo ser efectuadas por especialistas para que o cliente não saia prejudicado.</p>
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		<title>Bancos com dificuldade em obter dinheiro, apertam concessão de crédito</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco]]></category>
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		<description><![CDATA[Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes. De acordo com o inquérito aos bancos efectuado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes.</p>
<p>De acordo com o inquérito aos bancos efectuado pelo Banco de Portugal, «as perturbações nos mercados de financiamento por grosso agravaram-se substancialmente ao longo do segundo trimestre de 2010». A deterioração foi transversal a todos os mercados em análise, com os bancos a queixarem-se de mais dificuldades no acesso ao crédito a curto e muito curto prazo.</p>
<p>Por isso mesmo, os bancos também apertaram os critérios de concessão de empréstimos e de forma «considerável», sobretudo no financiamento às empresas. Entre os sinais da maior exigência dos bancos está o aumento dos spreads cobrados e a exigência de outras condições contratuais.</p>
<p>«Os critérios de concessão de empréstimos a sociedades não financeiras tornaram-se consideravelmente mais exigentes no segundo trimestre de 2010. O aumento do grau de restritividade foi mais intenso do que no trimestre anterior, tendo sido transversal aos vários segmentos e maturidades. No caso dos particulares, apesar de mais reduzido, verificou-se também um aumento da restritividade nos critérios de concessão de empréstimos», pode ler-se no relatório do Banco de Portugal.</p>
<p>Daqui para a frente, os portugueses não podem contar com grandes melhorias, antes pelo contrário: os bancos apontam para que, também no terceiro trimestre, os critérios de concessão de crédito a empresas se tornem «mais restritivos em todos os segmentos, com especial ênfase no segmento de empréstimos a longo prazo».</p>
<p>Também «no que respeita aos empréstimos a particulares, os bancos inquiridos antecipam um aumento da exigência dos critérios de aprovação de empréstimos quer para aquisição de habitação quer nos empréstimos para consumo e outros fins».</p>
<p>Em termos de procura, a crise também está a ter os seus efeitos: os portugueses pediram menos dinheiro emprestado, quer para comprar casa, quer para financiar o consumo. A influenciar esta quebra estiveram as «perspectivas relativas ao mercado da habitação» e ainda a queda da confiança entre os consumidores. </p>
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		<title>Créditos Consolidados</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informações]]></category>
		<category><![CDATA[alargamento prazo]]></category>
		<category><![CDATA[consolidar créditos]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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		<description><![CDATA[Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira. Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira.</p>
<p>Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma de cada prestação individual, derivada da aplicação de uma taxa de juro única e de um alargamento do prazo de pagamento. </p>
<p>Para além disso, é uma forma de se gerir melhor os pagamentos aos bancos, na medida em que se deixa de efectuar vários pagamentos, por vezes a diferentes entidades financeiras e em diferentes prazos envolvidos em cada um dos empréstimos.</p>
<p>Numa época como a que vivemos actualmente, de crise financeira, em que o dinheiro para a maioria das famílias portuguesas não é suficiente para fazer face a todos os encargos mensais, existem, dificuldades em cumprir com as responsabilidades com todos os bancos. Isto pode ser comprovado com o aumento do Malparado. A <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/o-credito-consolidado/">consolidação de créditos</a> poderá ser, eventualmente, uma solução de médio/longo prazo para aliviar o orçamento familiar e assim superar-se uma fase difícil da vida. </p>
<p>Tratando-se, por exemplo, de um crédito à habitação com hipoteca (empréstimo de longo prazo), se agregar os outros créditos de curto e médio prazo, poderá beneficiar de um aumento do prazo de pagamento e, consequentemente, de uma prestação global inferior ao somatório das diversas prestações.</p>
<p>No entanto, como esta solução prolonga no tempo o pagamento dos créditos, ganha-se a curto prazo em liquidez, mas a longo prazo pagam-se mais juros e os créditos acabam por ser mais caros. </p>
<p>Uma outra dificuldade que existe é que os bancos não aprovam facilmente este tipo de crédito e as condições para a sua atribuição são exigentes. Desde logo, deverá existir um historial de &#8220;bom pagador&#8221; e os bancos exigem garantias fortes, nomeadamente, hipotecas. Aliás, o crédito consolidado com hipoteca é a modalidade de consolidação de crédito mais praticada.</p>
<p>No entanto, em face de uma situação financeira de iminente ruptura será de ponderar a possibilidade de uma reestruturação dos diversos créditos, analisando as propostas de diferentes bancos, e, assim, tentar poupar nas prestações mensais a liquidar.</p>
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		<title>Crédito a curto prazo vai ficar mais caro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 23:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BdP]]></category>
		<category><![CDATA[credito]]></category>
		<category><![CDATA[sobreendividamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem os pagamentos.</p>
<p>De acordo com o Banco de Portugal (BdP), as taxas máximas que as entidades bancárias têm permissão para aplicar aos clientes poderão passar a ser cobradas na maioria dos casos, uma consequência do clima de insegurança financeira que paira sobre as economias mundiais e em especial o frágil panorama nacional, um dos piores da União Europeia.</p>
<p>A partir agora e até Setembro, os bancos devem começar a cobrar linhas de crédito com taxas de até 32.6 por cento, o que significa uma subida de um por cento em relação ao último trimestre. A medida deverá ser generalizada às maiores entidades a operar em Portugal, que aproveitarão esta nova oportunidade dos mercados para aumentarem os seus lucros e reduzirem os riscos de perdas que têm sofrido.</p>
<p>O prenúncio da subida das taxas, entre as quais a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e Taxa Anual Nominal (TAN), está relacionada com o receio das instituições de crédito quanto ao incumprimento dos seus clientes, mas não têm efeitos na aceitação dos mesmos, que deveria ser mais criteriosa, prevenindo assim falhas de liquidação e sobreendividamento dos cidadãos. A posição da Banca tem sido exactamente a contrária, sendo incessantemente admitidos novos clientes, com poucas características alteradas, cuja ausência leva a que posteriormente sejam aplicadas medidas para recuperar o crédito concedido.</p>
<p>O crédito pessoal também vai sofrer alterações, mas diferentes, num sentido positivo. No caso dos financiamentos específicos para a saúde, energias renováveis e educação, a taxa máxima desce de 6.7 para 6 por cento. Nos restantes créditos pessoais há um decréscimo de 0.1 por cento, ficando aquele agora fixado em 18.8 por cento. O crédito automóvel é que irá ter um aumento, passando de 11.1 para 11.3 por cento.</p>
<p>As novas actualizações dos valores a pagar pelos juros nos créditos para as diversas finalidades começam a ser praticadas já este mês pela maioria das entidades financiadoras. Por isso, tenha especial atenção aos indicadores que descem, pois há instituições que não abatem esse valor a não ser que o cliente solicite a revisão das importâncias taxadas, ao contrário dos acréscimos, que têm efeitos imediatos, variando esta acção consoante as políticas internas de cada empresa.</p>
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