O cartão de crédito chegou à terceira idade

Pode parecer que foi ontem que surgiu o primeiro cartão de crédito, mas a verdade é que este utilitário financeiro já fez 60 anos. Hoje em dia parece algo banal e do qual a maioria dos cidadãos já não prescinde, seja qual for a sua modalidade (crédito ou débito). Contudo, a inclusão deste dispositivo não foi assim tão fácil quanto se possa pensar, e foram diversas as dificuldades que teve de atravessar até chegar à sua massiva utilização de hoje. Foi em 1950 que nasceu o Diner Club, o primeiro cartão de crédito da História. Criado para facilitar inicialmente a transacção de bens de entretenimento e viagens, os primeiros anos foram conturbados, em especial devido aos seus elevados custos. O caso viria a mudar violentamente de figura com o surgimento de três gigantes: Mastercard, American Express e Visa. Este trio não deu hipótese a pequenas empresas que entretanto se tinham criado,...

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Quanto se poupa com o crédito consolidado?

A elevada volatilidade dos mercados fez disparar as taxas de juros que os bancos cobram aos seus clientes, mais ainda numa altura em que estas entidades procuram compensar as perdas que têm tido, incluindo novos mecanismos de rentabilização económica dos contratos. Uma destas alavancas são os spreads cada vez menos bonificados (leia-se, mais elevados), especialmente num período em que os valores da Euribor a seis e doze meses se mantêm abaixo das percentagens que os bancos gostariam. As medidas das instituições para controlar os ganhos em tempos de crise faz-se sentir no orçamento dos portugueses, que vêm as suas economias a reduzir de dia para dia. No entanto, são já muitos aqueles que optaram por dar a volta a esta situação, enveredando por novos caminhos que permitem poupar bastante nas prestações mensais a liquidar. A solução poderá parecer utópica, mas é verdadeira e tem nome: consolidação de crédito. É graças a...

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Previna a subida de juros do seu crédito

A flutuação da economia tem provocado acentuadas variações nos juros dos mais diversos bens, dos quais o crédito é um das mais atingidos. A instabilidade financeira dos mercados é uma constante e nada escapa à escalada das margens de lucro das empresas credoras. E, ainda assim, esta parece ser uma situação que não tem fim à vista, bem pelo contrário, já que se prevêem novas alterações a curto prazo, com mais agravamento para o orçamento dos consumidores. Em circunstâncias de imprevisibilidade, a melhor alternativa para evitar surpresas indesejáveis é tomar algumas medidas que dependam somente de si. Por isso, é crucial estudar as acções que podem ser concretizadas para manter imunes as finanças pessoais e poupar o máximo que se puder. Para facilitar esta tarefa, deixamos alguns conselhos para proteger o seu crédito da subida de juros.
  • Faça amortizações do valor do empréstimo. Sempre que puder, procure concretizar algumas amortizações, pois isso
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Cuidados na utilização do cartão de crédito

Por vezes é necessário a compra de um determinado bem ou serviço, que necessitamos, ou que simplesmente tem uma promoção excepcionalmente incrível com uma data de fim anunciada, mas até à qual não possuiremos dinheiro para o adquirir. Nestes casos, o cartão de crédito é uma solução à medida, sobretudo quando tem bons prazos de limite de pagamento sem juros. No entanto, esta função de comprar agora, pagar depois, não funciona com todas as pessoas e o seu uso apenas resulta quando respeitados alguns pressupostos, que passam pelo auto-controlo e utilização regrada, para que não se caia numa sequência de gastos e juros em espiral, que apenas irão dar origem à criação de uma bola de neve de dívidas sem fim. O importante a reter no caso dos cartões de crédito é que este deve ser usado conscientemente, aproveitando as suas vantagens, mas não excedendo limites e prazos de pagamento, liquidando...

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Simulador fundo de emergência

A actual situação da economia não dá certezas de nada e ninguém está seguro, por muito bem que ganhe ou por mais património que tenha. Por isso, agora, mais do que nunca, é crucial criar um fundo de emergência para evitar futuros percalços financeiros e prevenir males maiores em caso da ocorrência de uma qualquer eventualidade. O fundo de emergência é daqueles elementos essenciais de suporte de um projecto de vida “economicamente saudável”. No entanto, nem todos sabem de que forma iniciar um e, mesmo para aqueles que conhecem os procedimentos, nunca é demais apresentar alternativas, sobretudo quando estas permitem fazer uma avaliação do futuro deste fundo a médio e longo prazo. É precisamente neste cenário que nasceram os simuladores de fundos de emergência, que mais não são do que óptimas e simples ferramentas de simular o futuro do mesmo. Redundâncias à parte, passamos a explicar como operam estes simuladores. Como...

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O que é um fundo de emergência?

De forma muito simples e clara, um fundo de emergência é uma quantia de dinheiro a que se possa aceder rapidamente, sem “quês” nem porquês. Este valor não deve ser usado em situação alguma, a não ser num verdadeiro caso de emergência. Ou seja, as aquisições supérfluas e acções do género estão de fora, já que este fundo é destinado exclusivamente a uma eventual situação de desemprego, doença, acidente ou qualquer outro acontecimento inesperado. Quanto deve ter o fundo de emergência? O mais consensualmente aceite é que o fundo de emergência deve corresponder ao dinheiro necessário para sobreviver três meses sem preocupações de ordem alguma. Quer isto dizer que a quantia deve ser exactamente igual aos gastos mensais que se tem, mais uma verba adicional para outros custos, que já depende de cada um. Para que se chegue à quantia ideal para o seu fundo de emergência, deve ser equacionado o pior...

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