Consolidar créditos também tem desvantagens

A crise tem agravado a situação de sobreendividamento, sendo muitos os agregados familiares que não conseguem cumprir com todos os compromissos financeiros que contraíram. Quando as famílias se apercebem que já não suportam mais os encargos que têm, a solução pode passar pela consolidação de créditos. Consolidar créditos não traz apenas vantagens Quando se deve evitar o crédito consolidado? Uma das condições mínima exigida é a disponibilização de um imóvel como garantia ao valor global dos créditos dos clientes, sendo ideal que o imóvel tenha um valor comercial igual ou superior ao dobro do total de créditos. A consolidação de crédito deve ser considerada como uma solução de recurso apenas em casos de necessidade urgente em diminuir as prestações, pelo incumprimento das prestações a pagar. Dificilmente as pessoas conseguirão uma consolidação se não tiverem uma habitação para dar como garantia e apesar da consolidação permitir alargar o prazo temporal de pagamento...

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Bancos com dificuldade em obter dinheiro, apertam concessão de crédito

Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes. De acordo com o inquérito aos bancos efectuado pelo Banco de Portugal, «as perturbações nos mercados de financiamento por grosso agravaram-se substancialmente ao longo do segundo trimestre de 2010». A deterioração foi transversal a todos os mercados em análise, com os bancos a queixarem-se de mais dificuldades no acesso ao crédito a curto e muito curto prazo. Por isso mesmo, os bancos também apertaram os critérios de concessão de empréstimos e de forma «considerável», sobretudo no financiamento às empresas. Entre os sinais da maior exigência dos bancos está o aumento dos spreads cobrados e a exigência de outras condições contratuais. «Os critérios de concessão de empréstimos...

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Créditos Consolidados

Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira. Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma de cada prestação individual, derivada da aplicação de uma taxa de juro única e de um alargamento do prazo de pagamento. Para além disso, é uma forma de se gerir melhor os pagamentos aos bancos, na medida em que se deixa de efectuar vários pagamentos, por vezes a diferentes entidades financeiras e em diferentes prazos envolvidos em cada um dos empréstimos. Numa época como a que vivemos actualmente, de crise financeira, em que o dinheiro para a maioria das famílias portuguesas não é suficiente para fazer face a todos os encargos mensais, existem, dificuldades em cumprir com...

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Crédito a curto prazo vai ficar mais caro

Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem os pagamentos. De acordo com o Banco de Portugal (BdP), as taxas máximas que as entidades bancárias têm permissão para aplicar aos clientes poderão passar a ser cobradas na maioria dos casos, uma consequência do clima de insegurança financeira que paira sobre as economias mundiais e em especial o frágil panorama nacional, um dos piores da União Europeia. A partir agora e até Setembro, os bancos devem começar a cobrar linhas de crédito com taxas de até 32.6 por cento, o que significa uma subida de um por cento em relação ao último trimestre. A medida deverá...

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Como reduzir as dívidas do cartão de crédito?

Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi revista e actualizada, para cima, pelo Governo. Por isso, é importante começar a tomar medidas ao nível do orçamento mensal, nomeadamente para cortar em tudo o que se deve diminuir, a começar desde já pelas obrigações do cartão de crédito. Nesse sentido, registe as dicas que passamos a enunciar e inicie já o desafogo da sua carteira, reduzindo os custos com o seu cartão de crédito. - Cuidado com o cash advance pois as taxas aplicadas a este serviço são substancialmente superiores às cobradas em compras directas com o cartão de crédito. Na maioria dos casos,...

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Diminuição do crédito ao consumo

As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas no crédito ao consumo, aquele que mais drásticas descidas tem registado, tendo já chegado mesmo a atingir níveis recordes pela negativa. O agudizar da preocupação das empresas de crédito voltou a ser manifestado esta semana, depois de o Governo ter confirmado a subida dos impostos para a quase totalidade dos contribuintes. Esta é, de resto, a maior causa dos males do sector de crédito, pois é fácil de compreender a retracção dos consumidores quando aperta o cinto nas finanças pessoais. E agora, mais uma vez, a carga fiscal volta a aumentar, o que faz antever um...

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