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	<title>O Crédito Consolidado</title>
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	<description>tudo sobre o crédito Consolidado num só local</description>
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<title>O Crédito Consolidado</title>
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		<title>Bancos com dificuldade em obter dinheiro, apertam concessão de crédito</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 14:21:53 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes. De acordo com o inquérito aos bancos efectuado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os bancos portugueses enfrentaram dificuldades acrescidas em aceder a financiamento no mercado interbancário no segundo trimestre deste ano. O crédito saiu-lhes mais caros e a percepção do risco também se deteriorou. Razões suficientes para levar os bancos a serem mais exigentes também ao concederem crédito aos clientes.</p>
<p>De acordo com o inquérito aos bancos efectuado pelo Banco de Portugal, «as perturbações nos mercados de financiamento por grosso agravaram-se substancialmente ao longo do segundo trimestre de 2010». A deterioração foi transversal a todos os mercados em análise, com os bancos a queixarem-se de mais dificuldades no acesso ao crédito a curto e muito curto prazo.</p>
<p>Por isso mesmo, os bancos também apertaram os critérios de concessão de empréstimos e de forma «considerável», sobretudo no financiamento às empresas. Entre os sinais da maior exigência dos bancos está o aumento dos spreads cobrados e a exigência de outras condições contratuais.</p>
<p>«Os critérios de concessão de empréstimos a sociedades não financeiras tornaram-se consideravelmente mais exigentes no segundo trimestre de 2010. O aumento do grau de restritividade foi mais intenso do que no trimestre anterior, tendo sido transversal aos vários segmentos e maturidades. No caso dos particulares, apesar de mais reduzido, verificou-se também um aumento da restritividade nos critérios de concessão de empréstimos», pode ler-se no relatório do Banco de Portugal.</p>
<p>Daqui para a frente, os portugueses não podem contar com grandes melhorias, antes pelo contrário: os bancos apontam para que, também no terceiro trimestre, os critérios de concessão de crédito a empresas se tornem «mais restritivos em todos os segmentos, com especial ênfase no segmento de empréstimos a longo prazo».</p>
<p>Também «no que respeita aos empréstimos a particulares, os bancos inquiridos antecipam um aumento da exigência dos critérios de aprovação de empréstimos quer para aquisição de habitação quer nos empréstimos para consumo e outros fins».</p>
<p>Em termos de procura, a crise também está a ter os seus efeitos: os portugueses pediram menos dinheiro emprestado, quer para comprar casa, quer para financiar o consumo. A influenciar esta quebra estiveram as «perspectivas relativas ao mercado da habitação» e ainda a queda da confiança entre os consumidores. </p>
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		<title>Créditos Consolidados</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Jul 2010 00:19:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[alargamento prazo]]></category>
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		<description><![CDATA[Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira. Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Consolidar todos os créditos significa juntar, num só crédito, todos os empréstimos pedidos ao banco, como, por exemplo, o crédito à habitação, um ou mais créditos pessoais, o crédito automóvel, etc., passando a pagar-se uma única prestação e apenas a uma instituição financeira.</p>
<p>Normalmente, a prestação resultante da junção dos créditos é inferior à soma de cada prestação individual, derivada da aplicação de uma taxa de juro única e de um alargamento do prazo de pagamento. </p>
<p>Para além disso, é uma forma de se gerir melhor os pagamentos aos bancos, na medida em que se deixa de efectuar vários pagamentos, por vezes a diferentes entidades financeiras e em diferentes prazos envolvidos em cada um dos empréstimos.</p>
<p>Numa época como a que vivemos actualmente, de crise financeira, em que o dinheiro para a maioria das famílias portuguesas não é suficiente para fazer face a todos os encargos mensais, existem, dificuldades em cumprir com as responsabilidades com todos os bancos. Isto pode ser comprovado com o aumento do Malparado. A <a href="http://www.ocreditoconsolidado.com/o-credito-consolidado/">consolidação de créditos</a> poderá ser, eventualmente, uma solução de médio/longo prazo para aliviar o orçamento familiar e assim superar-se uma fase difícil da vida. </p>
<p>Tratando-se, por exemplo, de um crédito à habitação com hipoteca (empréstimo de longo prazo), se agregar os outros créditos de curto e médio prazo, poderá beneficiar de um aumento do prazo de pagamento e, consequentemente, de uma prestação global inferior ao somatório das diversas prestações.</p>
<p>No entanto, como esta solução prolonga no tempo o pagamento dos créditos, ganha-se a curto prazo em liquidez, mas a longo prazo pagam-se mais juros e os créditos acabam por ser mais caros. </p>
<p>Uma outra dificuldade que existe é que os bancos não aprovam facilmente este tipo de crédito e as condições para a sua atribuição são exigentes. Desde logo, deverá existir um historial de &#8220;bom pagador&#8221; e os bancos exigem garantias fortes, nomeadamente, hipotecas. Aliás, o crédito consolidado com hipoteca é a modalidade de consolidação de crédito mais praticada.</p>
<p>No entanto, em face de uma situação financeira de iminente ruptura será de ponderar a possibilidade de uma reestruturação dos diversos créditos, analisando as propostas de diferentes bancos, e, assim, tentar poupar nas prestações mensais a liquidar.</p>
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		<title>Crédito a curto prazo vai ficar mais caro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 23:22:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se é daquelas pessoas que recorre mais frequentemente aos cartões de crédito para pagar as suas contas, vai ter maiores complicações a partir deste mês. Isto porque os bancos apertaram novamente o cinto a este tipo de financiamentos, e os incumpridores dos prazos de liquidação do mesmo vão ter agora agravados os juros quando falharem os pagamentos.</p>
<p>De acordo com o Banco de Portugal (BdP), as taxas máximas que as entidades bancárias têm permissão para aplicar aos clientes poderão passar a ser cobradas na maioria dos casos, uma consequência do clima de insegurança financeira que paira sobre as economias mundiais e em especial o frágil panorama nacional, um dos piores da União Europeia.</p>
<p>A partir agora e até Setembro, os bancos devem começar a cobrar linhas de crédito com taxas de até 32.6 por cento, o que significa uma subida de um por cento em relação ao último trimestre. A medida deverá ser generalizada às maiores entidades a operar em Portugal, que aproveitarão esta nova oportunidade dos mercados para aumentarem os seus lucros e reduzirem os riscos de perdas que têm sofrido.</p>
<p>O prenúncio da subida das taxas, entre as quais a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) e Taxa Anual Nominal (TAN), está relacionada com o receio das instituições de crédito quanto ao incumprimento dos seus clientes, mas não têm efeitos na aceitação dos mesmos, que deveria ser mais criteriosa, prevenindo assim falhas de liquidação e sobreendividamento dos cidadãos. A posição da Banca tem sido exactamente a contrária, sendo incessantemente admitidos novos clientes, com poucas características alteradas, cuja ausência leva a que posteriormente sejam aplicadas medidas para recuperar o crédito concedido.</p>
<p>O crédito pessoal também vai sofrer alterações, mas diferentes, num sentido positivo. No caso dos financiamentos específicos para a saúde, energias renováveis e educação, a taxa máxima desce de 6.7 para 6 por cento. Nos restantes créditos pessoais há um decréscimo de 0.1 por cento, ficando aquele agora fixado em 18.8 por cento. O crédito automóvel é que irá ter um aumento, passando de 11.1 para 11.3 por cento.</p>
<p>As novas actualizações dos valores a pagar pelos juros nos créditos para as diversas finalidades começam a ser praticadas já este mês pela maioria das entidades financiadoras. Por isso, tenha especial atenção aos indicadores que descem, pois há instituições que não abatem esse valor a não ser que o cliente solicite a revisão das importâncias taxadas, ao contrário dos acréscimos, que têm efeitos imediatos, variando esta acção consoante as políticas internas de cada empresa.</p>
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		<title>Como reduzir as dívidas do cartão de crédito?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 17:45:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[cartão crédito]]></category>
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		<description><![CDATA[Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi revista e actualizada, para cima, pelo Governo. Por isso, é importante começar a tomar medidas ao nível do orçamento mensal, nomeadamente para cortar em tudo o que se deve diminuir, a começar desde já pelas obrigações do cartão de crédito. Nesse sentido, registe as dicas que passamos a enunciar e inicie já o desafogo da sua carteira, reduzindo os custos com o seu cartão de crédito.</p>
<p>- <strong>Cuidado com o cash advance</strong> pois as taxas aplicadas a este serviço são substancialmente superiores às cobradas em compras directas com o cartão de crédito. Na maioria dos casos, chega mesmo a ser abusadora a percentagem que é colectada pelas entidades detentoras do cartão. Portanto, informe-se devidamente das despesas e percentagens impostas ao levantamento de dinheiro em adiantado, usando-o apenas como derradeiro recurso, só mesmo quando não houver outra opção mais viável e económica;</p>
<p>- Tenha <strong>atenção às comissões</strong> que os bancos e entidades credoras exigem em cada produto ou serviço que use associado ao cartão de crédito, pois estas empresas não trabalham de graça e cobram-se bem dos préstimos aos seus clientes. Sempre que pagar uma determinada quantia, levantar um montante ou realizar qualquer pagamento ou transacção com o cartão de crédito, faça-o em pleno conhecimento dos gastos que isso implica (TAEG, TAN, juros…). Esta acção só é possível quando se leu o contrato na totalidade, incluindo as letras minúsculas e quase dissimuladas ao longo do documento;</p>
<p>- <strong>Nunca pague a mensalidade mínima</strong> do crédito, opte sempre que possível por uma próxima da mais alta, pois quanto menor for a prestação, mais caro lhe acabará por sair o crédito. O melhor é mesmo usufruir do prazo de liquidação do valor em dívida sem juros, que geralmente oscila entre os 20 e 55 dias. Desta forma, poderá comprar agora e pagar depois, sem que lhe sejam cobradas excessivas comissões;</p>
<p>- <strong>Pesquise continuamente o mercado</strong> há procura de melhores alternativas de crédito em relação àquela que detém na actualidade. Por vezes existem excelentes oportunidades devido a campanhas que são lançadas pontualmente, pelo que as vantagens destas merecer ser avaliadas no sentido de se verificar a maior conveniência de trocar de entidade credora. Mas ao mudar, não se esqueça de ponderar tudo o que lhe está associado, pois muitas vezes a mesma empresa onde está o cartão de crédito tem igualmente os seguros, o crédito à habitação, o crédito automóvel e outros serviços. Nestes casos, a opção de consolidação, que será a que já possui, costuma ser mais vantajosa. Ainda assim, pressione o seu credor com uma eventual nova proposta e peça uma contra-proposta, porque poderá vir a ganhar com isso.</p>
<p>Estes quatro conselhos são um passo muito importante para conseguir obter o controlo sobre o cartão de crédito e ganhar mais segurança financeira, sem abdicar deste que é um excelente método de financiamento. Contudo, a sua utilização resulta somente quando é responsável, a começar pelo estabelecimento de um limite de crédito ajustado às suas possibilidades, precedido pela selecção do cartão de crédito que mais vantagens oferece, tendo em conta as suas necessidades. Concretizadas estas duas tarefas e seguidos os concelhos acima mencionados, está-se no bom caminho para uma estável situação económica.</p>
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		<title>Conselhos para poupar nos seguros</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 17:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Actualmente os portugueses têm cada vez mais orçamentos reduzidos, o que lhes dá poupa margem de manobra para extras e mesmo para o obrigatório, como determinados seguros. Por isso, todas as formas de poupar são bem-vindas e devem ser aproveitadas ao máximo. Nesse sentido, seguem-se 10 dicas para conseguir poupar nos seus seguros. 1. Informe-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Actualmente os portugueses têm cada vez mais orçamentos reduzidos, o que lhes dá poupa margem de manobra para extras e mesmo para o obrigatório, como determinados seguros. Por isso, todas as formas de poupar são bem-vindas e devem ser aproveitadas ao máximo. Nesse sentido, seguem-se 10 dicas para conseguir poupar nos seus seguros.</p>
<p>1. <strong>Informe-se o que significam os conceitos</strong> e escolha apenas o que é necessário. Na maioria das vezes, uma expressão “pomposa” não passa disso mesmo, não acarretando absolutamente nada em termos de vantagens, apenas vem acrescer mais uns euros ao seguro. Para evitar estes casos, pesquise a terminologia utilizada no mundo dos seguros para ganhar à-vontade suficiente nesse campo;</p>
<p>2. <strong>Pague o seguro anualmente</strong> e não em prestações mensais, trimestrais ou semestrais, porque isso implica que o valor do prémio seja mais caro. As mensalidades podem custar menos a liquidar, mas a quantia total é substancialmente mais elevada;</p>
<p>3. <strong>Não duplique coberturas de que já dispõe</strong> em outras apólices. Alguns cartões de crédito e seguros de casa cobrem determinados riscos, que muitas vezes outros seguros duplicam, mas podem ser eliminados, permitindo assim alguma poupança;</p>
<p>4. <strong>Elimine todas as coberturas opcionais desnecessárias</strong> que não lhe trazem nenhuma vantagem. Há muitos extras completamente desnecessários que estão por defeito nas apólices e sobre os quais se paga. Leia atentamente o contrato e “mande-os dar uma volta”, pois o corte nestes que são supérfluos é uma das melhores formas para alcançar preços acessíveis;</p>
<p>5. <strong>Tenha atenção às franquias</strong> e opte, sempre que obrigatório, pela mais cara. Irá pagar mais ao activar o seguro inicialmente, mas o valor anual será mais reduzido, dando-lhe assim um retorno que lhe compensa mais;</p>
<p>6. <strong>Peça contra-propostas</strong> às diversas seguradoras, não esquecendo as low-cost que operam na internet e por telefone, como a Logo, Seguro Directo e Ok!Teleseguros. Os custos inerentes à sua estrutura organizativa são mais baixos, por isso, podem oferecer melhores preços. Não é ao acaso que Associação Portuguesa para a defesa dos consumidores (DECO) escolheu a OK!Teleseguros para estabelecer uma apólice auto;</p>
<p>7. <strong>Consulte vários intermediários de seguros</strong> porque é possível sair a ganhar com isso. Ser um mediador a tratar do processo elimina uma série de custos que as seguradoras têm, o que torna mais fácil apresentar boas propostas. Além disso, poucos são aqueles que trabalham com apenas uma empresa, o que lhes dá margem de manobra maior para lhe conseguir o melhor preço;</p>
<p>8. <strong>Esteja de olho nas promoções</strong> que as seguradoras vão oferecendo ao longo do ano. Há diversas vantagens em campanhas pontuais, que são largamente publicitadas. Informe-se sobre o que implicam e aquilo que oferecem, analisando se lhe compensam. Se esse for o caso, avance;</p>
<p>9. <strong>Os <a href="http://www.oseguroautomovel.com/consolidacao-de-seguros/">seguros consolidados</a> são sempre uma opção</strong> a considerar. Se tem várias apólices em entidades diferentes, considere juntá-las na mesma empresa, questionando esta sobre o que lhe oferecem se realizar esta operação. A grande maioria das vezes é bem mais vantajoso, por isso, não perca esta oportunidade;</p>
<p>10. <strong>Não declare informações falsas para obter benefícios</strong>, porque isso irá sair-lhe caro no futuro. Ao serem descobertos, a prestação de dados falsos implica o pagamento de todos os bónus conseguidos com a fraude, além se uma possível acção judicial, se a seguradora assim desejar proceder.</p>
<p>Embora apenas dois seguros sejam obrigatórios, o seguro automóvel e contra incêndio, outros há que são necessários para a contratação de serviços vários, como acontece com o seguro de vida, indispensável para obter crédito à habitação e alguns cartões de crédito. Por isso, é provável que terá que despender de boa parte do seu rendimento anual para os seguros, pelo que vale a pena seguir os conselhos anteriores para adquirir a apólice mais vantajosa, que por vezes não é a mais barata.</p>
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		<title>Diminuição do crédito ao consumo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 22:25:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[credito]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas de concessão de crédito antevêem que este ano continuará a ser (bem) menos positivo para o negócio, que desde há três anos regista quebras acentuadas nos vários sectores. Contudo, e apesar de as descidas de pedidos terem acontecido na quase totalidade dos tipos de crédito, deverá manter-se sobretudo a tendência de baixas acentuadas no crédito ao consumo, aquele que mais drásticas descidas tem registado, tendo já chegado mesmo a atingir níveis recordes pela negativa.</p>
<p>O agudizar da preocupação das empresas de crédito voltou a ser manifestado esta semana, depois de o Governo ter confirmado a subida dos impostos para a quase totalidade dos contribuintes. Esta é, de resto, a maior causa dos males do sector de crédito, pois é fácil de compreender a retracção dos consumidores quando aperta o cinto nas finanças pessoais. E agora, mais uma vez, a carga fiscal volta a aumentar, o que faz antever um período ainda mais difícil para as entidades credoras, porque dificilmente as famílias irão contrair créditos, a não ser que a situação a isso obrigue.</p>
<p>Com as novas medidas de austeridade impostas pelo Poder Central, as instituições de crédito deverão registar «ainda mais diminuições no crédito ao consumo». A afirmação é da secretária-geral da Associação de Instituições de Crédito Especializado (ASFAC), Susana Albuquerque, que confirma os últimos receios do mercado financeiro para o sector do crédito.</p>
<p>Segundo os números do Instituto Nacional da Estatística (INE), os empréstimos ao consumo desceram em média 17 por cento no último ano. As associadas da ASFAC tiveram mesmo quebras superiores no crédito em geral, com totais absolutos de 17.2 por cento, diminuindo substancialmente o volume de negócio em 2008, ano em que foram somados créditos no valor de 4.612 milhões de euros.</p>
<p>As melhores previsões para as empresas de crédito não são animadoras e nenhuma parece apontar para a recuperação do sector, depois de uma quebra de 21.7 por cento de 2008 para 2009. Foi também durante este período que o crédito ao consumo representou 46 por cento da totalidade de financiamento concedido, ainda assim alguns pontos percentuais abaixo daquilo que era normal para este financiamento, que é habitual representar mais de metade dos créditos concedidos.</p>
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		<title>Recuperação de crédito: uma solução a ponderar</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:46:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[créditos]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia as dificuldades não são apenas para os privados, mas também para as empresas, que têm visto as suas listas de devedores a crescerem de forma alarmante. Face a esta realidade, muitas já optaram pela melhor solução, que passa simplesmente por não dar a possibilidade de comprar a crédito ou pós-pagamento. No entanto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia as dificuldades não são apenas para os privados, mas também para as empresas, que têm visto as suas listas de devedores a crescerem de forma alarmante. Face a esta realidade, muitas já optaram pela melhor solução, que passa simplesmente por não dar a possibilidade de comprar a crédito ou pós-pagamento. No entanto, diversos clientes permanecem ainda na lista negra dos que não pagaram o que compraram, pelo que há que tomar medidas para reaver essas quantias em falta. Uma das melhores soluções é recorrer a um sector emergente, que nasceu da actual situação de crise, as empresas de recuperação de crédito.</p>
<p>Embora não sejam conhecidos números concretos quanto à verdadeira realidade dos devedores, estima-se que a maioria das empresas tenham cerca de 30 por cento de clientes que não pagam as facturas de bens adquiridos há mais de doze meses. É nestes casos que têm de ser activados todos os mecanismos à disposição para tentar recuperar os montantes por liquidar. Como a maioria das entidades não tem como rever os valores em falta, é cada vez mais normal a contratação de empresas de recuperação de “crédito difícil”, que têm a capacidade, meios e conhecimento para encetar os devidos procedimentos para que sejam saldadas as dívidas assinaladas.</p>
<p><strong>Reaver aqueles empréstimos a “conhecidos”</strong><br />
O mercado já possui as entidades certas para a recuperação de créditos, que o fazem de forma legal, utilizando o que é permitido pela legislação portuguesa. No entanto, também as pessoas que têm pequenas dívidas que não lhes foram pagas podem persuadir os seus devedores a deixarem de o ser, sem terem de usar vias menos lícitas.</p>
<p>Para muitos portugueses há aqueles empréstimos leves que feitos a um amigo ou conhecido, que nunca mais se “lembrou” de o pagar. Geralmente estes valores são mínimos e nem podem ser considerados pelas empresas de recuperação de crédito. Por isso, há que tomar medidas de forma directa. Não estamos a referirmo-nos à “força bruta”, mas ao seguimento do mesmo manual utilizado pelas entidades e profissionais da área da recuperação de crédito. Com uma pesquisa rápida pela internet, poderá facilmente encontrar diversos livros que contêm inúmeras estratégias completamente legais e inofensivas de reaver o seu dinheiro. São linhas de acção criadas pelos próprios profissionais, que ensinam o comum dos cidadãos a reaver o que pensou estar perdido. Relembramos, não são mecanismos que vão contra a lei, mas técnicas profissionais adaptadas para o quotidiano das pequenas importâncias concedidas a título pessoal.</p>
<p>Se está a pensar por que caminho seguir, lembre-se que a melhor solução é contactar profissionais que lidam diariamente com estas situações, pois são eles quem melhor o podem informar. Na eventualidade de estar perante este segundo caso de pequenas quantias, não se esqueça de que a literatura existente se refere a meros guias, pelo que tem de ser respeitado o que aí está inscrito, e não pervertido e usado esse conteúdo como “bode expiatório” para acções incorrectas. Procure fazer valer os seus direitos, sem desrespeitar o limiar da cordialidade, porque os dissabores desse desvio não compensa nada daquilo que se pretende recuperar.</p>
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		<title>O cartão de crédito chegou à terceira idade</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 22:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cartão crédito]]></category>

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		<description><![CDATA[Pode parecer que foi ontem que surgiu o primeiro cartão de crédito, mas a verdade é que este utilitário financeiro já fez 60 anos. Hoje em dia parece algo banal e do qual a maioria dos cidadãos já não prescinde, seja qual for a sua modalidade (crédito ou débito). Contudo, a inclusão deste dispositivo não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode parecer que foi ontem que surgiu o primeiro cartão de crédito, mas a verdade é que este utilitário financeiro já fez 60 anos. Hoje em dia parece algo banal e do qual a maioria dos cidadãos já não prescinde, seja qual for a sua modalidade (crédito ou débito). Contudo, a inclusão deste dispositivo não foi assim tão fácil quanto se possa pensar, e foram diversas as dificuldades que teve de atravessar até chegar à sua massiva utilização de hoje.</p>
<p>Foi em 1950 que nasceu o Diner Club, o primeiro cartão de crédito da História. Criado para facilitar inicialmente a transacção de bens de entretenimento e viagens, os primeiros anos foram conturbados, em especial devido aos seus elevados custos. O caso viria a mudar violentamente de figura com o surgimento de três gigantes: Mastercard, American Express e Visa. Este trio não deu hipótese a pequenas empresas que entretanto se tinham criado, eclipsando-as e assumindo um papel de relevância que se manteve inalterado até à actualidade.</p>
<p>Em Portugal, o cartão mais utilizado é o Visa, seguido do Mastercard, enquanto que o American Express se mantém ainda muito longe das fatias de mercado já tomadas por estes dois concorrentes directos. Em termos mundiais, também o Visa lidera os financiamentos em termos de cartões de crédito, tendo a sua utilização subido 13 de 2008 para 2009, num total líquido de negócio que ultrapassou os dois biliões de dólares.</p>
<p>A nível geral, as empresas detentoras dos cartões são geridas por algumas das maiores entidades bancárias do mundo, que fazem deles uma das suas mais importantes fontes de receita. Por exemplo, a Dinners Internation é a única subsidiária do Citibank, ao passo que a concorrente Visa tem a JP Morgan Chase com accionista maioritário. Não é, por isso, de estranhar, que estas entidades criem cada vez mais estratégias de marketing e utilização diversa dos cartões de crédito, para que estes sejam ainda mais utilizados. Por cá, mais de 80 por cento dos portugueses não os dispensam.</p>
<p>O método de funcionamento das empresas de cartões de crédito permite-lhes que saiam ilesas de qualquer crise financeira e, mais do que isso, fá-las sair com lucros ainda maiores. Isto porque os prejuízos são imediatamente incutidos nos valores a pagar pelos seus clientes, os emissores (bancos detém cartão) e adquiridores (o banco do local que recebe o pagamento). Simplificando as tarefas das empresas de cartões de crédito, o que elas fazem é processar os dados entre os emissores e adquiridores, retirando o seu pagamento dos juros pagos por cada um destes elementos. Desta forma, mantêm um serviço crucial para o pagamento de certas transacções, beneficiando com milhões de dólares de lucros, como nenhuma outra empresa consegue. E se estes argumentos não convencem, ficam mais dois que dificilmente deixaram alguém indiferente: 32 biliões de dólares e 6,4 biliões de dólares. Estes são os valores das empresas Visa e Mastercard. Surpreendido? São estes os números de um dos negócio legais mais rentáveis do mundo.</p>
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		<title>Quanto se poupa com o crédito consolidado?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 22:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[consolidar créditos]]></category>
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		<description><![CDATA[A elevada volatilidade dos mercados fez disparar as taxas de juros que os bancos cobram aos seus clientes, mais ainda numa altura em que estas entidades procuram compensar as perdas que têm tido, incluindo novos mecanismos de rentabilização económica dos contratos. Uma destas alavancas são os spreads cada vez menos bonificados (leia-se, mais elevados), especialmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A elevada volatilidade dos mercados fez disparar as taxas de juros que os bancos cobram aos seus clientes, mais ainda numa altura em que estas entidades procuram compensar as perdas que têm tido, incluindo novos mecanismos de rentabilização económica dos contratos. Uma destas alavancas são os spreads cada vez menos bonificados (leia-se, mais elevados), especialmente num período em que os valores da Euribor a seis e doze meses se mantêm abaixo das percentagens que os bancos gostariam.</p>
<p>As medidas das instituições para controlar os ganhos em tempos de crise faz-se sentir no orçamento dos portugueses, que vêm as suas economias a reduzir de dia para dia. No entanto, são já muitos aqueles que optaram por dar a volta a esta situação, enveredando por novos caminhos que permitem poupar bastante nas prestações mensais a liquidar. A solução poderá parecer utópica, mas é verdadeira e tem nome: <strong>consolidação de crédito</strong>. É graças a ele que milhares de famílias viram as suas finanças melhorar substancialmente, o que naturalmente concede um igual sentido de confiança destes na própria economia. O resultado é uma maior predisposição para enfrentar as dificuldades económicas, que se traduz em cidadãos mais positivos, algo severamente necessário em tempos difíceis.</p>
<p>Para quem não sabe as vantagens possíveis com uma consolidação de créditos, fica a certeza de que esta modalidade de pagamento permite, em média, <strong>uma poupança de 33 a 69 por cento da quantia liquidada mensalmente a diversas entidades credoras</strong>. Em termos práticos, uma prestação de cerca de dois mil euros mês pode baixar para uma importância situada entre os 620 e os 1400 euros. Ou seja, a margem de manobra melhorará a olhos vistos, sem que isso tenha de implicar um deterioração do nível de vida ou, mais grave, a falta de pagamento dos valores em dívida. Os compromissos assumidos continuam a ser acatados, mas encarados de forma muito mais positiva, não fosse o desafogo financeiro que a consolidação de créditos permite.</p>
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		<title>Portugueses favoráveis ao comércio justo</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 22:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas para poupar]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[poupar]]></category>

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		<description><![CDATA[Adoptar novos comportamentos parece ser a resposta dos consumidores como forma de fazer face à crise. Perante um cenário economicamente instável os europeus não revelam vontade de consumir menos, mas sim consumir melhor. Trata-se de uma nova atitude que acaba por privilegiar novos conceitos e modelos de negócio no comércio, entre os quais se encontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoptar novos comportamentos parece ser a resposta dos consumidores como forma de fazer face à crise. Perante um cenário economicamente instável os europeus não revelam vontade de consumir menos, mas sim consumir melhor. Trata-se de uma nova atitude que acaba por privilegiar novos conceitos e modelos de negócio no comércio, entre os quais se encontra aquele considerado justo.</p>
<p>O interesse pelo comércio justo surge após uma tomada de consciência ambiental acompanhada por uma tomada de consciência do necessário equilíbrio económico. Se por um lado 44% dos europeus compram produtos justos de vez em quando, por outro a proporção de consumidores que adquirem frequentemente este tipo de produtos fica abaixo dos 10% na maioria dos países. O preço e a oferta insuficiente são as duas principais razões invocadas pelos consumidores europeus para explicar o desajustamento entre a valorização deste conceito e os actuais hábitos de consumo.</p>
<p>O comércio justo deve ter em conta que o seu crescimento depende da informação existente, da credibilidade do circuito e da atractividade dos produtos.</p>
<p>A grande distribuição investe actualmente no mercado dos produtos justos, desenvolvendo marcas próprias de distribuição em vários países europeus. A facilidade de acesso a este tipo de produtos nas grandes superfícies e a descida dos preços que daí decorrerá serão os aceleradores do desenvolvimento da compra justa na Europa.</p>
<p>O comércio justo articula-se em torno de três princípios fundadores: assegurar uma remuneração justa do trabalho dos produtores e artesãos, permitindo-lhes satisfazer as suas necessidades elementares, garantir o respeito pelos direitos fundamentais das pessoas (recusa da exploração das crianças, da escravatura…) e, finalmente, instaurar relações sustentáveis entre parceiros económicos, em benefício de todos (pequenos produtores, intermediários e consumidores).</p>
<p>Os produtos envolvidos no comércio justo dizem mais respeito à alimentação, que representa mais de 80% da oferta.</p>
<p>Nesta questão, os portugueses destacam-se claramente dos restantes países europeus. Se por um lado 11% dos consumidores portugueses declaram já ter adquiridos produtos através de um modelo de comércio justo, a verdade é que são 86% a declarar que o carácter justo da sua compra irá influenciar o seu comportamento de consumo.</p>
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