Simulador fundo de emergência

A actual situação da economia não dá certezas de nada e ninguém está seguro, por muito bem que ganhe ou por mais património que tenha. Por isso, agora, mais do que nunca, é crucial criar um fundo de emergência para evitar futuros percalços financeiros e prevenir males maiores em caso da ocorrência de uma qualquer eventualidade.

O fundo de emergência é daqueles elementos essenciais de suporte de um projecto de vida “economicamente saudável”. No entanto, nem todos sabem de que forma iniciar um e, mesmo para aqueles que conhecem os procedimentos, nunca é demais apresentar alternativas, sobretudo quando estas permitem fazer uma avaliação do futuro deste fundo a médio e longo prazo. É precisamente neste cenário que nasceram os simuladores de fundos de emergência, que mais não são do que óptimas e simples ferramentas de simular o futuro do mesmo. Redundâncias à parte, passamos a explicar como operam estes simuladores.

Como realizar a simulação do fundo de emergência?

  • Para calcular a quantia que deve estar no seu fundo de emergência, a primeira coisa fazer é recolher dados sobre todas as despesas fixas mensais que se tem. Aqui entram todos os gastos, desde a luz, ao gás e água, prestações de veículos, da casa, seguros, créditos, etc. O importante é não se esquecer de nada e, caso haja uma despesa mensal que varie – o que é normal – calcule uma média ponderada. Uma ideia crucial a reter é que opere com com os valores mais elevados, de forma a obter uma margem de erro mais acima do que o necessário, para funcionar com uma maior possibilidade de manobra;
  • Planeie o valor que tem de poupar, escolhendo correctamente as melhores oportunidades de rendimento. Quer isto dizer que deve explorar as hipóteses de mercado no que diz respeito a opções de fazer crescer o dinheiro do seu fundo de emergência. Estas têm de ser regulares e seguras, sendo proibitivo seleccionar qualquer forma de investimento de risco. Ou seja, coloque o seu fundo de emergência num tipo de conta onde fique a ganhar com juros, mesmo que estes sejam baixos. O mais importante não é ganhar algo, se possível, mas acima de tudo, ter o dinheiro numa conta segura e de preferência da qual se possa tirar partido. Não é estritamente necessário, mas é aconselhável fazê-lo;
  • Depois de criado o fundo de investimento, já terá melhores condições para realizar outro tipo de operações. O ideal é ir juntando dinheiro em outra conta à parte, para que possa dispor desse valor sempre que se tiver uma dívida maior a liquidar ou se pretenda fazer um investimento, algo sempre desejável, desde que seja feito com cuidado e ponderação.

Agora que está explicado o funcionamento de um simulador de fundo de emergência, cabe-lhe a si decidir se opta ou não por fazê-lo. É aconselhável que o realize, até para ficar com uma ideia mais concreta do que isso implicará no seu orçamento mensal imediato. Se assim o desejar, poderá ainda perceber o que pode ficar a ganhar em alguns tipos de conta-poupança ou rendimento, caso pretenda futuramente criar uma outra conta para fins lucrativos ou de investimento. Fazer a simulação é grátis e não leva muito tempo, além de que não se perde nada com isso, pelo contrário, poder-se-á ganhar muito.

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