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	<title>O Crédito Consolidado &#187; divida</title>
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<title>O Crédito Consolidado</title>
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		<title>Como reduzir as dívidas do cartão de crédito?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 17:45:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Os portugueses estão cada vez mais endividados e a lutarem afincadamente contra as dificuldades económicas, que teimam em agravar-se. Os ordenados não sobem, mas aumenta o custo de vida e as situações vão-se agudizando de dia para dia. Esta é uma realidade vivida por milhões de cidadãos, que viram novamente agravada carga fiscal, que foi revista e actualizada, para cima, pelo Governo. Por isso, é importante começar a tomar medidas ao nível do orçamento mensal, nomeadamente para cortar em tudo o que se deve diminuir, a começar desde já pelas obrigações do cartão de crédito. Nesse sentido, registe as dicas que passamos a enunciar e inicie já o desafogo da sua carteira, reduzindo os custos com o seu cartão de crédito.</p>
<p>- <strong>Cuidado com o cash advance</strong> pois as taxas aplicadas a este serviço são substancialmente superiores às cobradas em compras directas com o cartão de crédito. Na maioria dos casos, chega mesmo a ser abusadora a percentagem que é colectada pelas entidades detentoras do cartão. Portanto, informe-se devidamente das despesas e percentagens impostas ao levantamento de dinheiro em adiantado, usando-o apenas como derradeiro recurso, só mesmo quando não houver outra opção mais viável e económica;</p>
<p>- Tenha <strong>atenção às comissões</strong> que os bancos e entidades credoras exigem em cada produto ou serviço que use associado ao cartão de crédito, pois estas empresas não trabalham de graça e cobram-se bem dos préstimos aos seus clientes. Sempre que pagar uma determinada quantia, levantar um montante ou realizar qualquer pagamento ou transacção com o cartão de crédito, faça-o em pleno conhecimento dos gastos que isso implica (TAEG, TAN, juros…). Esta acção só é possível quando se leu o contrato na totalidade, incluindo as letras minúsculas e quase dissimuladas ao longo do documento;</p>
<p>- <strong>Nunca pague a mensalidade mínima</strong> do crédito, opte sempre que possível por uma próxima da mais alta, pois quanto menor for a prestação, mais caro lhe acabará por sair o crédito. O melhor é mesmo usufruir do prazo de liquidação do valor em dívida sem juros, que geralmente oscila entre os 20 e 55 dias. Desta forma, poderá comprar agora e pagar depois, sem que lhe sejam cobradas excessivas comissões;</p>
<p>- <strong>Pesquise continuamente o mercado</strong> há procura de melhores alternativas de crédito em relação àquela que detém na actualidade. Por vezes existem excelentes oportunidades devido a campanhas que são lançadas pontualmente, pelo que as vantagens destas merecer ser avaliadas no sentido de se verificar a maior conveniência de trocar de entidade credora. Mas ao mudar, não se esqueça de ponderar tudo o que lhe está associado, pois muitas vezes a mesma empresa onde está o cartão de crédito tem igualmente os seguros, o crédito à habitação, o crédito automóvel e outros serviços. Nestes casos, a opção de consolidação, que será a que já possui, costuma ser mais vantajosa. Ainda assim, pressione o seu credor com uma eventual nova proposta e peça uma contra-proposta, porque poderá vir a ganhar com isso.</p>
<p>Estes quatro conselhos são um passo muito importante para conseguir obter o controlo sobre o cartão de crédito e ganhar mais segurança financeira, sem abdicar deste que é um excelente método de financiamento. Contudo, a sua utilização resulta somente quando é responsável, a começar pelo estabelecimento de um limite de crédito ajustado às suas possibilidades, precedido pela selecção do cartão de crédito que mais vantagens oferece, tendo em conta as suas necessidades. Concretizadas estas duas tarefas e seguidos os concelhos acima mencionados, está-se no bom caminho para uma estável situação económica.</p>
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		<title>Credito consolidado &#8211; o que é e para que serve?</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 18:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias de hoje, com a facilidade que existe para se recorrer ao crédito, é cada vez mais frequente, surgirem situações de descontrolo orçamental nas famílias. Muitas das famílias, devido à falta de esclarecimento e às facilidades existentes para acesso ao crédito de consumo, proporcionadas pelas empresas de crédito, acabam por acumular vários créditos, superando as suas possibilidades a nível económico. Por outro lado, situações deste género, ocorrem também muitas vezes devido à instabilidade ao nível do emprego, sendo que quando um dos elementos da família perde o seu posto de trabalho, esta situação reflecte-se, na maioria dos casos, num corte de aproximadamente 40% do orçamento familiar, o que conduz a uma situação para a qual as famílias não estão previamente preparadas.</p>
<p>Com o aumento destas situações, em que as famílias se vêem incapazes de fazer face às despesas existentes com os créditos acumulados, surgiu no mercado financeiro o crédito consolidado. O crédito consolidado é um serviço de crédito, como tantos outros, mas que tem como objectivo reduzir até 50% o encargo mensal das famílias com as prestações relacionadas com créditos realizados. Ao recorrer ao crédito consolidado, vai conseguir diminuir os seus encargos e torna-los suportáveis para o seu orçamento familiar. Os vários créditos que possui passam a ser acumulados em apenas um ou dois créditos que, no seu conjunto, resultam num encargo mensal inferior ao que possuía anteriormente. È de realçar, no entanto, que a longo prazo o montante da divida se torna superior, uma vez que o crédito prolonga-se mais no tempo e é sujeito a uma nova taxa de juro.</p>
<p>Ao recorrer ao crédito consolidado pode optar por um crédito com hipoteca ou sem hipoteca, ou seja, ao efectuar o crédito pode escolher dar ou não garantias reais, tais como, bens imóveis ou equiparados que pertençam ao devedor ou a terceiros. Caso opte por um crédito consolidado com hipoteca, embora este envolva um custo inicial superior, você vai poder desfrutar de uma taxa de juro mais baixa e de um prazo mais logo. Por sua vez, caso escolha uma situação de crédito consolidado sem hipoteca, vai ter a seu cargo uma taxa de juro mais elevada e um prazo mais curto para saldar o seu empréstimo.</p>
<p>Como sempre, quando recorrer ao crédito, seja ele de que tipo for, seja paciente, ouça as várias propostas que o mercado tem para si e esclareça-se sobre as mesmas.</p>
<p><!--adsense--></p>
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