Simulador fundo de emergência

A actual situação da economia não dá certezas de nada e ninguém está seguro, por muito bem que ganhe ou por mais património que tenha. Por isso, agora, mais do que nunca, é crucial criar um fundo de emergência para evitar futuros percalços financeiros e prevenir males maiores em caso da ocorrência de uma qualquer eventualidade. O fundo de emergência é daqueles elementos essenciais de suporte de um projecto de vida “economicamente saudável”. No entanto, nem todos sabem de que forma iniciar um e, mesmo para aqueles que conhecem os procedimentos, nunca é demais apresentar alternativas, sobretudo quando estas permitem fazer uma avaliação do futuro deste fundo a médio e longo prazo. É precisamente neste cenário que nasceram os simuladores de fundos de emergência, que mais não são do que óptimas e simples ferramentas de simular o futuro do mesmo. Redundâncias à parte, passamos a explicar como operam estes simuladores. Como...

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O que é um fundo de emergência?

De forma muito simples e clara, um fundo de emergência é uma quantia de dinheiro a que se possa aceder rapidamente, sem “quês” nem porquês. Este valor não deve ser usado em situação alguma, a não ser num verdadeiro caso de emergência. Ou seja, as aquisições supérfluas e acções do género estão de fora, já que este fundo é destinado exclusivamente a uma eventual situação de desemprego, doença, acidente ou qualquer outro acontecimento inesperado. Quanto deve ter o fundo de emergência? O mais consensualmente aceite é que o fundo de emergência deve corresponder ao dinheiro necessário para sobreviver três meses sem preocupações de ordem alguma. Quer isto dizer que a quantia deve ser exactamente igual aos gastos mensais que se tem, mais uma verba adicional para outros custos, que já depende de cada um. Para que se chegue à quantia ideal para o seu fundo de emergência, deve ser equacionado o pior...

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